"O que me preocupa não é nem o grito dos corruptos, dos violentos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética... O que me preocupa é o silêncio dos bons." - Martin Luther King

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segunda-feira, 20 de maio de 2019

Como você pastoreia e prepara seu filho de 13 anos para a masculinidade? - Brian Croft - 08 de Maio de 2019 - Família


Resultado de imagem para pais e filhosMuitos de vocês sabiam que eu recentemente estive em uma viagem com meu filho de 13 anos. Qual foi a ocasião? Minha esposa e eu prometemos a cada um dos nossos filhos que quando eles completassem 13 anos de idade, eles teriam uma viagem especial com um de nós. Meu filho comigo e cada uma das minhas filhas com minha esposa. O objetivo dessas viagens é primeiro nos divertirmos e aproveitarmos a companhia uns dos outros, e é por isso que cada um deles escolhe o destino (deve estar à distância máxima de um dia de carro), eles também determinam a maior parte da agenda.

Há, no entanto, outro propósito para essa viagem: celebrar o fato de nosso filho estar crescendo para se tornar um homem e também nossas filhas para se tornarem mulheres. Tornar-se um adolescente pode ser uma perspectiva assustadora (tanto para os filhos quanto para os pais) e isso muitas vezes esconde tanto dos pais quanto dos filhos as mudanças óbvias que estão ocorrendo. No entanto, queremos que seja algo que todos nós pudéssemos celebrar. Também queremos comunicar as responsabilidades que acompanham esse estágio diferente da vida, bem como alguns dos aspectos do desenvolvimento dele. Portanto, essas viagens também são projetadas para termos conversas muito intencionais sobre a vida como homens e mulheres. Muitas dessas conversas já vinham ocorrendo há um bom tempo, mas a viagem proporciona uma atmosfera para aprofundar um pouco mais e reafirmar o que já foi dito. Como vários de vocês perguntaram sobre como eu conduzi meu filho nessas conversas em nossa viagem, pensei em explicar aqui para que outras pessoas interessadas em alguns desses detalhes também possam conhecer. O tema da viagem girou em torno desse modelo de masculinidade bíblica: proteger, prover e liderar.

1. Proteger
Nós lemos 1Pedro 3.1-7 que instrui em como eu sou chamado por Deus para proteger minha esposa e filhos de qualquer dano físico. Em seguida, discutimos como meu filho poderia participar dessa atividade em nossa casa. Nós discutimos as formas práticas pelas quais ele também poderia proteger sua mãe e irmãs, de danos de insetos assassinos, trancando as portas à noite quando eu estou fora da cidade. Também lemos Provérbios 5 e discutimos a necessidade de nos protegermos da mulher adúltera que está atrás de todo homem para roubá-lo de sua esposa. Isso permitiu uma discussão frutífera sobre a impureza sexual e a destruição causada pela pornografia que nos cerca como homens e como protegermos nossos corações e mentes dessas coisas.

2. Prover
Como homens, somos chamados a prover as necessidades de nossas famílias. Fomos feitos para trabalhar (Gênesis 1-2) e cuidar de nossas famílias, fornecendo o apoio físico, emocional e espiritual de que cada membro da família precisa (1Timóteo 5.8). Por causa disso, discutimos maneiras pelas quais meu filho poderia realizar isso, mesmo que ele não tenha que trabalhar para sustentar uma família neste momento. Nós conversamos sobre como ele precisa trabalhar duro agora na escola, nas competições de natação, corte da grama, tarefas domésticas, e qualquer outra coisa em sua vida que ajude a desenvolver uma ética de trabalho que ele possa mais tarde assumir em seu emprego que ele usará para, um dia, sustentar uma esposa e família, se Deus quiser.

3. Liderar
Nós lemos e discutimos muitas implicações para o nosso chamado como maridos cristãos em amar nossas esposas como Cristo amou a igreja e deu-se a si mesmo por ela, conforme Efésios 5.22-33. Uma das principais formas pelas quais Cristo amou foi através do sacrifício humilde. Nós conversamos sobre como meu filho poderia sacrificialmente servir sua mãe e irmãs para desenvolver esse instinto de liderar pelo serviço humilde em casa. Além disso, discutimos as vezes em que pedi a ele que nos levasse a um passeio familiar, ou quando ele pudesse escolher onde íamos comer pensando em um lugar que fosse o melhor para toda a família. Essas são pequenas formas de meu filho liderar agora (e ensinar minhas filhas a seguir) e pensar em como suas decisões afetam os outros.

Pais, eu não acho que você tenha que fazer uma viagem como planejamos fazer com cada um dos nossos filhos. Se você tem condições de fazê-la, ótimo. Mas independentemente disso, eu recomendo que você seja muito intencional sobre não esperar para ter esse tipo de conversa que deveria estar ocorrendo muito antes dos 13 anos de idade. Não tenha medo delas. Não as evite por imaginar que serão conversas desconfortáveis. Eu garanto a você, será tarde demais se você esperar até o último momento possível. Nossa viagem foi uma alegria, muito frutífera, e estou triste que seja a única.

E aos pais com filhos mais velhos, o que que você fez que tem sido frutífero nessa preparação para os próprios filhos deles?

Tradução: Paulo Reiss Junior.
Revisão: Filipe Castelo Branco.
Fonte: How do you shepherd and prepare your 13 year-old son for manhood?
O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.


Brian Croft é o pastor efetivo da Auburndale Baptist Church em Louisville, Kentucky. Ele também é autor de "Visit the Sick: Ministering...

quarta-feira, 4 de abril de 2018

A corrupção como violência e ausência de comportamento moral - Por Lúcia Cavalcanti de Albuquerque Williams e Paula Inez Cunha

CORRUPÇÃO > POR UMA ABORDAGEM PSICOLÓGICA DO TEMA NA IMPRENSA

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Somos professoras universitárias há pelo menos três décadas investigando a origem dos comportamentos violentos, como o do adolescente infrator e do agressor da parceira íntima. Pesquisadoras e cidadãs, observamos que o descalabro revelado pelas investigações dos últimos três anos sobre a corrupção no alto escalão nacional tem deixado o Brasil estarrecido. De fato, a corrupção também pode ser considerada uma modalidade de violência, na qual há um acordo entre pelo menos dois ofensores – o corruptor e o corrompido – para lesar uma terceira parte – no caso, a sociedade brasileira. Como toda violência, a corrupção, se não freada, tende a aumentar significativamente em frequência e intensidade.

Curiosamente a imprensa brasileira não tem feito uma análise diversificada sobre a origem da corrupção, restringindo-se a explicações da ciência política ou sociológica, logo o nosso interesse em mostrar como a psicologia pode contribuir para a compreensão do problema.  As consequências nefastas de outras modalidades de violência por nós estudadas sequer podem ser comparadas à extensão dos danos causados pelos atos de corrupção praticados por presidentes, senadores, deputados, governadores, políticos, funcionários públicos, empresários, juristas e tantos outros. Isso porque os efeitos nocivos da corrupção atingem toda a coletividade: na área econômica, com o desemprego; na da saúde, com o adoecimento e mortes, no caso dos hospitais sucateados; na educacional, com universidades sem verba, escolas públicas abandonadas e evasão de alunos, os quais, sem outra opção, adotam trajetórias delituosas. Enfim, restam uma população sem esperanças e o aumento da desigualdade econômica, da qual há tempos somos campeões mundiais. Os corruptos estão tão distantes dos efeitos de suas ações que tampouco são afetados por elas. Apenas percebem algo errado quando são presos, investigados, processados e condenados; assim mesmo, sentem-se indignados e vítimas.
Frente a cenas reais filmadas, nas quais empresários de firmas consideradas modernas descrevem com candura atos gravíssimos de corrupção ou que revelam a obscenidade de malas robustas com milhões – em moeda nacional ou estrangeira – obtidos criminosamente, como psicólogas nossas perguntas surgiram inevitáveis. Como tais pessoas chegaram a tal ponto?  Não aprenderam a diferença entre o certo e o errado? Seus pais não lhes ensinaram valores universais, por exemplo, de “não fazer ao outro o que não gostaria que fizessem a você”? Não lhes ensinaram virtudes, como a honestidade? Não lhes deram modelos de comportamento moral ou ético, como “não se apropriar do que é do outro”? Esses ensinamentos passaram ao largo de sua formação enquanto crianças e adolescentes? As emoções morais da vergonha e da culpa não foram por eles vivenciadas? Seus pais não sabiam que as emoções morais são os mais poderosos inibidores do comportamento violento? Sim, pois pessoas que sentem culpa ou vergonha se arrependem dos seus atos e têm baixa probabilidade de voltar a cometê-los. No entanto, é preciso vivenciar essas emoções, e normalmente são os pais que favorecem tais experiências na infância e adolescência. ........

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

O Remendo Velho dos Religiosos - Rev. David Marcos

Não seja um odiador do Natal - R. C. Sproul

Bah! Humbug!”. Essas duas palavras são imediatamente associadas ao anti-herói fictício e imortal de Charles Dickens, Ebenezer Scrooge[1]. Scrooge foi o protótipo do Grinch que roubou o Natal[2], o paradigma de todos os homens céticos.
Resultado de imagem para odiador do natalTodos reconhecemos que Ebenezer Scrooge era uma pessoa mesquinha — avarenta, insensível, egoísta e cruel. O que muitas vezes falta em nossa compreensão de seu caráter é que ele era preeminentemente profano. “Bah! Humbug!”, era o seu uso vitoriano de profanação.
Não que qualquer editor moderno sentisse a necessidade de eliminar as profanidades de Scrooge. Sua linguagem não é o padrão usual de xingamento. Mas era profano que Scrooge ridicularizasse o que era santo. Ele desdenhava a santidade do Natal. Ele desprezava o que era sagrado. Ele era cético em relação ao que era sublime.
O Natal é uma data comemorativa, de fato o feriado mais feliz do mundo. É chamado de um “holiday” [literalmente, dia santo] porque o dia é sagrado. É um dia em que as empresas não abrem as portas, as famílias se reúnem, as igrejas estão cheias e os soldados baixam as suas armas para uma trégua de 24 horas.[3] É um dia diferente de todos os outros dias.
Cada geração tem a sua abundância de Scrooges. A igreja está cheia deles. Ouvimos intermináveis ​​queixas sobre o comercialismo. É dito constantemente para trazermos Cristo de volta ao Natal. Ouvimos dizer que a tradição de papai noel é um sacrilégio. Ouvimos os que conhecem o rumor da história que o Natal não é bíblico. “A Igreja inventou o Natal para competir com a antiga festa romana que homenageava o deus-touro Mitra”, é a objeção dos que se queixam. “Natal? É uma mera rendição ao paganismo”.
E assim nós desencorajamos a celebração de Jesus e evitamos firmemente nos envolver na feliz data comemorativa. Tudo isso é apenas uma dose moderna de Scroogeismo, a nossa própria profanação hipócrita do que é santo.
É evidente que o Natal é uma época comercial. As lojas de departamentos ficam totalmente decoradas, as páginas publicitárias dos jornais crescem e marcamos o número de dias de compras que faltam até o Natal. Mas, por que todo o comércio? O alto grau de comércio no Natal é impulsionado por uma coisa: a compra de presentes para outros. Presentear nossos amigos e familiares não é um vício feio e desprezível. Isso encarna o amorfo “espírito do Natal”. A tradição repousa, em última instância, no dom supremo que Deus deu ao mundo. Deus amou o mundo de tal forma, diz a Bíblia, que deu o seu Filho unigênito. Dar presentes é uma resposta maravilhosa ao recebimento de tal dom. Pelo menos em um dia do ano nós provamos a doçura inerente à verdade de que coisa mais bem-aventurada é dar do que receber.
“Que tal trazer Cristo de volta ao Natal?”. Isso simplesmente não é necessárioCristo nunca saiu do Natal. “Bate o Sino” nunca substituirá “Noite Feliz”. Nosso feriado que uma vez foi conhecido como Dia de Ação de Graças está rapidamente se tornando conhecido simplesmente como “Dia do Peru”. Porém o Natal ainda é chamado de Natal. Não é chamado de “Dia do Presente”. Cristo ainda está no Natal, e por um breve momento um mundo secular transmite a mensagem de Cristo em cada estação de rádio e canal de televisão na terra. A igreja nunca recebe tanto tempo disponível para expressar-se quanto durante a temporada de Natal.
Não apenas a música, mas as artes visuais estão presentes em abundância, dando testemunho do significado histórico do nascimento de Jesus. As apresentações de Natal relembram o mundo da santa encarnação.
“Papai noel não paganiza ou pelo menos banaliza o Natal? Ele é um mito, e sua própria mitologia lança uma sombra sobre a séria realidade histórica de Jesus”. De maneira nenhuma. Mitos não são necessariamente ruins ou prejudiciais. Toda sociedade cria mitos. Eles são uma forma de arte peculiar inventada geralmente para transmitir uma mensagem que é considerada importante pelo povo. Quando um mito é passado como uma história real, isso é fraude. Mas quando serve a um propósito diferente, pode ser saudável e virtuoso. Papai Noel é um herói mítico, não um vilão. Ele é pura ficção, mas uma ficção usada para ilustrar uma verdade gloriosa.
“E as origens históricas do Natal como substituto de uma festa pagã?”. Só posso dizer: foi bom que os primeiros cristãos tiveram a sabedoria de fugir de Mitra e direcionar o seu zelo à celebração do nascimento de Cristo. Quem atualmente associa o Natal a Mitra? Ninguém o chama de “Festa de Mitra”.
Nós celebramos o Natal porque não podemos erradicar de nossa consciência a nossa profunda atenção à diferença entre o sagrado e o profano. O homem, no sentido genérico, tem uma propensão incurável para delimitar o espaço e o tempo sagrados. Quando Deus apareceu a Moisés na sarça ardente, o chão que antes era comum de repente tornou-se incomum. Agora era terra santa, um espaço sagrado. Quando Jacó despertou de sua visão noturna da presença de Deus, ungiu com azeite a rocha sobre a qual descansava a sua cabeça. Esse era um lugar santo.
Quando Deus toca a terra, o lugar é santo. Quando Deus aparece na história, o tempo é santo. Nunca houve um lugar mais santo do que a cidade de Belém, onde o Verbo se fez carne. Nunca houve um tempo mais santo do que a manhã de Natal, quando nasceu Emanuel. O Natal é uma data comemorativa. É a mais santa das datas santas. Devemos prestar atenção ao alerta de Jacob Marley[4]: “Não seja um Scrooge” no Natal.
#1: Ebenezer Scrooge é a personagem principal da história “Um Conto de Natal”, de Charles Dickens. Scrooge mais tarde serviria como inspiração para a criação da personagem “Tio Patinhas”, de Walt Disney, mais conhecida no Brasil. Scrooge é insensível, ganancioso, avarento e expressa especial aversão pela época de Natal. ‒ N. T.
#2: Referência ao filme “Como o Grinch roubou o Natal”, que conta a história um ser verde, o Grinch, que não suporta a alegria da época natalina. Decidido a acabar com a festa, ele resolve invadir os lares dos vizinhos e roubar os presentes e enfeites relacionados ao Natal. ‒ N. T.
#3: Referência à “Trégua de Natal”, ocorrida nas trincheiras próximas à cidade de Ypres, na Bélgica, em 24 e 25 de 1914, entre soldados alemães e os seus rivais ingleses e franceses, durante a 1ª Guerra Mundial. ‒ N. T.
#4: Jacob Marley é um dos personagens de “Um Conto de Natal”. Ele alerta Scrooge sobre a sua forma avarenta de viver; o que dentre outros eventos, colobora para a transformação de Scrooge, que passa a amar o Natal e a ser generoso com os necessitados. Diz-se que ninguém celebrava o Natal com mais entusiasmo que ele após essa mudança. ‒ N. T.
Por: R.C. Sproul. © Ligonier Ministries.Website: ligonier.org. Traduzido com permissão. Fonte: Don’t Be a Scrooge This Christmas.
Original: Não seja um odiador do Natal. © Ministério Fiel. Website: MinisterioFiel.com.br. Todos os direitos reservados. Tradução: Camila Rebeca Teixeira. Revisão: William Teixeira.

R. C. Sproul nasceu em 1939, no estado da Pensilvânia. É ministro presbiteriano, pastor da igreja St. Andrews Chapel, na Flórida. É fundador e presidente do ministério Ligonier, professor e palestrante em seminários e conferências, autor de mais de sessenta livros, vários deles publicados em português, e editor geral da Reformation Study Bible.

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

O Cristão e a Educação no Brasil

Vídeo original em http://voltemosaoevangelho.com/blog/2017/12/o-que-o-cristao-deve-fazer-diante-da-decadente-educacao-brasileira-vecast-25/

NOTÍCIAS DO BRASIL - 18 DE DEZEMBRO DE 2017 - Por Cláudio Humberto

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CUNHA E DIRCEU NÃO ACREDITAM EM VITÓRIA DE LULA
O ex-deputado João Paulo Cunha, que foi presidente da Câmara, e o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, importantes líderes do PT, não acreditam em vitória do ex-presidente Lula, no caso de sua improvável candidatura em 2018. Ambos fazem defesa inflamada de Lula, Dirceu até convocou “um dia de fúria” para tentar impedir no grito sua condenação em 24 de janeiro, mas durante conversas reservadas em Brasília, revelam-se pessimistas sobre as chances do ex-presidente.

Respeitados pela experiência na articulação política, o ex-deputado e o ex-ministro espantam interlocutores quando preveem a derrota de Lula.

Condenados à prisão no mensalão, João Paulo e Dirceu são tão fiéis a Lula que viraram casos raros de petistas que não entregaram o líder.

A avaliação de João Paulo Cunha coincide com a de Dirceu. Até parece que andaram conversando muito sobre o assunto.

Ex-deputados pelo PT-SP, Cunha e Dirceu têm a mesma avaliação: a tendência é murchar o atual favoritismo de Lula nas pesquisas.

Presidido pela jovem deputada Renata Abreu (SP), de 35, o Podemos deverá desarrumar a configuração partidária da Câmara: deputados de cinco partidos negociam filiação à sigla que terá o senador paranaense Álvaro Dias como candidato à presidência. Mas é do PSDB onde se espera um desembarque significativo: pelo menos dez deputados federais, quase todos jovens, preparam o desembarque do partido.

Cerca de 30 mil presos vão para casa no “saidão” de Natal e Ano Novo, em São Paulo, e não serão monitorados por tornozeleira eletrônica. Tem gente abastecendo a despensa para se trancar em casa.

O Paraná Pesquisa verificou que o maior apoio a Jair Bolsonaro para presidente está na faixa etária 16 e 24 anos (29,2%). Geraldo Alckmin lidera entre eleitores de mais de 60 anos: 32,5% das intenções de voto.

O juiz catarinense Márcio Schiefler Fontes, 37, impressiona pela competência, em sua atuação como conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Até o início do ano, ele era juiz auxiliar do saudoso ministro Teori Zavascki, do STF, nos casos envolvendo a Lava Jato.

O comércio está otimista, e o movimento é de País que saiu mesmo da recessão. Já são escassos, por exemplo, os enfeites de Natal a venda em lojas. Nos últimos três natais, os produtos sobraram nas prateleiras.

Hoje chefe de pavilhão no presídio, o ex-governador Sergio Cabral poderia ajudar a desvendar o mistério do desaparecimento na Zona Portuária do Rio de seis vigas de aço, cada uma delas com 40 metros de comprimento e pesando 20 toneladas. Afinal, ferro não evapora.

A produtividade do setor industrial subiu pelo sexto trimestre seguido. Segundo a CNI, a alta entre julho e setembro foi de 1,2% em relação ao trimestre anterior e de 8,1% em relação ao mesmo período do 2016.

…o emprego de parlamentar é o céu: trabalho curto, férias longas e todas as despesas pagas pelo empregador.
Fonte: http://www.diariodopoder.com.br/coluna.php

segunda-feira, 29 de maio de 2017

COMO A DOUTRINA AFETA O EVANGELISMO – Os Caminhos Divergentes de Asahel Nettleton e Charles Finney – Por Rick Nelson

Resultado de imagem para teologia reformada  Muitos hoje expressam surpresa quando ouvem o nome de Asahel Nettleton, o último grande evangelista que expôs as Doutrinas da Graça. Embora Nettleton (1783-1844) tenha visto trinta mil pessoas convertidas durante um ministério ativo de dez anos no início do século XIX, seu legado sofre de trágica negligência, talvez até de menosprezo, nas mãos dos historiadores eclesiásticos contemporâneos.
Por outro lado, Charles G. Finney (1792-1875) tem sido objeto de extensiva abordagem biográfica. Considerado o pai do avivalismo moderno, Charles Finney representa o marco divisor na mudança do calvinismo para o arminianismo como a teologia predominante no evangelismo. Conservadores gostam muito de Charles Finney por causa de seu zelo evangelístico, e liberais se referem com orgulho ao envolvimento de Finney na reforma social. Mark A. Noll considera Charles Finney “a figura crucial no evangelicalismo dos norte-americanos brancos, depois de Jonathan Edwards”, tendo impacto mais duradouro do que Ralph Waldo Emerson, Daniel Webster e Horace Mann, na vida da nação emergente.
O legado de Charles Finney moldou, em muitos aspectos, a teologia e a metodologia do evangelismo, em especial o evangelismo dos batistas do Sul. A publicação das obras mais importantes de Finney, Lectures on Revivals of Religion (Palestras em Avivamentos da Religião) e Lectures on Systematic Theology (Palestras em Teologia Sistemática), causaram um impacto no evangelismo que se estende até aos nossos dias. A ênfase dos batistas do Sul nas cruzadas simultâneas, na preparação das cruzadas e no sistema de apelo público e a utilização de reuniões de avivamento como estratégia podem ser atribuídas à considerável influência de Charles Finney sobre o evangelicalismo de seus dias.
Este artigo afirma o ponto de vista de que a crença de uma denominação, uma igreja ou uma pessoa a respeito da salvação está diretamente relacionada ao evangelismo que elas praticam. A soteriologia molda a metodologia de evangelismo. O pressuposto é que a sã doutrina da salvação deve produzir uma prática correta de evangelismo.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRAltSvy9xqw04rwy74qb3vCITBwqBRN-ztXf3nL-pLuu0YBqXsjA5ngb9z- Reflexões Natalinas -


CARTA DE ALFORRIA EM VERSOS SOLTOS



Vagando pelo mundo sem destino,
Ia minh’alma a caminho da ruína,
Muito embora parecesse “alma lavada”,
Vagava rota, sem valor, estragada;
Pois em desgraça já nascera, a coitada.


Mas um Rei, de todos o maior, o Poderoso,
Olhou, da eternidade, o desgraçado.
E me escolheu, pagando o preço do pecado,
O Deus Filho, puro, limpo, imaculado.
Um alto preço, preço de sangue, com morte, liquidado;
Para fazer viver, e justificar, o desgraçado.


Agora realmente “alma lavada”, que ouviu do Deus Espírito, o chamado;
Podendo ser ao Poderoso apresentado,
Filho limpo, valoroso, sem pecado;
Pois do universo o Criador, o grande Rei,
O Glorioso, o Majestoso, o Poderoso;
Mesmo antes de bradar “HAJA LUZ”;
Já havia dito, em meu favor, “HAJA CRUZ”.


E agora o liberto, de alma “limpa”.
Irrompe com louvores, em gratidão, ao Poderoso.
Ao Rei que tudo pode em seus domínios,
Ao Eterno, ao Criador de tudo.


GERABASTOS

Grussa, 22/12/2016 – 05.30h

segunda-feira, 23 de maio de 2016

ECOANDO NO PLANALTO CENTRAL


Resultado de imagem para megafoneA estatal Empresa Brasil de Comunicação (EBC), responsável pela TV Brasil, foi transformada em cabide de boquinhas para amigos de Dilma, do antecessor Lula e do PT. Milhões de reais dos contribuintes foram desperdiçados em programas de amigos petistas. Um deles, o diretor de teatro Aderbal Freire Jr, casado com a atriz Marieta Severo, recebia R$ 91 mil por mês, cinco vezes mais que o presidente da própria EBC.
Sócia da FBL, produtora do “ABZ do Ziraldo” levava R$ 717 mil/ano, Rozane Braga assinou manifesto “anti-golpe”. Inútil: foi cancelado.
O programa “Papo de Mãe”, de Mariana Kotscho, filha de ex-assessor de Lula, custava ao contribuinte R$ 2,4 milhões/ano. Foi cancelado.
O programa “Observatório da Imprensa”, comandado por Alberto Dines, faturava R$ 233 mil por mês e R$ 2,8 milhões ao ano na estatal EBC.
O programa “Expedições”, produzido pela empresa Roberto Werneck Produções, teve o contrato de R$ 1,6 milhão cortado pela metade.
O ministro Bruno Araújo (Cidades) cancelou sem demora o programa “Minha Casa Minha Vida Entidades”, que fez o governo Dilma Rousseff distribuir mais de R$ 1,03 bilhão a “entidades” como o MTST para construir 60,1 mil casas. Isso não poderia dar certo, e não deu: apenas cerca de 7 mil foram concluídas. Não admira que sobre tanto dinheiro público para pagar cachês a “mortadelas” que defendem Dilma e o PT.
Dilma previa gastar R$ 2,3 bilhões com 60 mil casas aos movimentos. Deu R$1 bilhão, mas só entregaram 6,6 mil unidades habitacionais.
Para as 6,6 mil unidades entregues, as entidades deveriam gastar no máximo R$ 256 milhões, mas torraram quatro vezes mais.
Só o MTST iria receber mais R$ 32 milhões do MCMV para organizar a construção e entrega de 594 casas e apartamentos em São Paulo.
Rosemary Noronha sumiu do noticiário nos últimos meses do governo Dilma. Ré por formação de quadrilha, enriquecimento ilícito e tráfico de influência em segredo de Justiça mal-explicado, Rose era a chefe de gabinete de Lula em São Paulo, e “amiga íntima” do ex-presidente.
O ministério de Michel Temer tem representantes de 11 partidos, com 357 votos na Câmara e 60 no Senado. Dos 23 ministros, 19 são ou foram deputados, senadores ou presidentes de partidos.
O roteiro de prioridades que o líder do governo na Câmara, André Moura (PSC-SE), recebeu de Michel Temer prevê agilizar a votação da DRU, a revisão da Meta Fiscal e as Medidas Provisórias do governo.
Estacionou no Senado o projeto de Romero Jucá, então senador pelo PMDB-RR, para dar autonomia ao Banco Central. Só deve voltar a andar se tiver a benção do ministro Henrique Meirelles (Fazenda).
Deputados tucanos prometem não seguir orientação do líder do governo, André Moura (PSC-SE). “Não reconheço a liderança de André Moura”, sentencia o deputado Betinho Gomes (PSDB-PE).
Alguns petistas garantem que a tristeza de Lula pouco tem a ver com o afastamento de Dilma do cargo. Claramente abatido, o ex-presidente está deprimido com a suspeita de prisão iminente dele e de familiares.
O PT decidiu radicalizar o discurso e fazer um giro à esquerda. Enfraquecido no Congresso, o partido busca uma reaproximação com movimentos sociais, para “infernizar a vida de Michel Temer”.
O genial Chico Anysio disse certa vez que nossa elite política “sabe empregar bem os pronomes e melhor ainda os parentes”. E ele nem imaginaria o que a dupla Lula-Dilma seria capaz de fazer, criando 23 mil boquinhas às nossas custas e “assassinando” os pronomes.
Não era cultura o que faziam artistas, atores, cantores, diretores e produtores antes de 1985, quando foi criado o Ministério da Cultura?



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