“ "O que me preocupa não é nem o grito dos corruptos, dos violentos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética... O que me preocupa é o silêncio dos bons." - Martin Luther King
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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Mais uma gafe da PresidANTA despreparada, cada discurso de improviso é uma piada...
Dilma chora (lágrimas de crocodilo) e ainda pelo samba errado...
Dilma Rousseff cometeu uma gafe, mais uma, hoje durante a cerimônia de transferência do Galeão para a iniciativa privada. Lá pelas tantas, emocionada, declamou o belíssimo Samba do Avião, de Tom Jobim. E disse:
- Esse Samba do Avião faz uma ligação entre o Brasil de hoje e o Brasil de ontem, porque oSamba do Avião descreve a chegada no Brasil, e em especial no Galeão, dos brasileiros que voltavam ao Brasil após a Anistia, alguns após 21 anos de exílio, outros menos do que isso, mas essa é a realidade, o Samba do Avião é isso. É de fato, e nessa semana é um momento especial, uma homenagem aos exilados…
Dilma embargou a voz, encheu os olhos de lágrimas com justa emoção. Só que o Samba do Avião foi lançado em 1962, dois anos antes do golpe – nada tem a ver com exilados.
A canção de Tom que remete aos exilados é Sabiá, parceria dele com Chico Buarque, de 1967. Diz a letra: “”Vou voltar/Sei que ainda vou voltar/Para o meu lugar”.
Além disso, os exilados não voltaram ao “Brasil após 21 anos de exílio”. Negativo. A Anistia é de 1979, quando a quase totalidade dos exilados retornou – ou seja, quinze anos após o golpe.
Nos discursos de improviso o risco de gafe é enorme. Mas não custava a assessoria de Dilma tê-la preparado melhor.
Por Lauro Jardim
Versão fardada dos 3 patetas...
Vendidos aos PeTralhas, não dão voz aos anseios de seus subordinados, são joguetes nas mãos da PeTralhada...

sábado, 8 de março de 2014
O samba da diplomacia doida de Dilma - "ou", QUANDO UMA PresidANTA VIAJA NA MAIONESE...
SEM ARGUMENTOS NÃO TEM ACORDO — Dilma Rousseff discursa na VII Cúpula entre Brasil e União Europeia, em Bruxelas: pobre do tradutor simultâneo (Foto: Wiktor Dabkowski / Zumapress.com)
Texto de Duda Teixeira, publicado em edição impressa de VEJA
O SAMBA DA DIPLOMACIA DOIDA
Em Bruxelas, Dilma Rousseff demonstra o que os europeus podem esperar do Brasil em relação a um acordo comercial: frases sem nexo e um mundo fantasioso
“Este é o samba do crioulo doido.” Assim começa a música de Sérgio Porto, o Stanislaw Ponte Preta (1923-1968), sobre um certo compositor que obedecia ao regulamento e só fazia canções sobre a história do Brasil. Quando escolheram um tema complicado, a “atual conjuntura”, o compositor endoidou.
Tiradentes falou com Anchieta, aliou-se a dom Pedro e da união deles foi proclamada a escravidão. Na diversão do Carnaval, a ausência da lógica garante a alegria dos foliões que querem distância de qualquer assunto chato. Em reuniões diplomáticas internacionais, porém, é um desastre quando um governante toma esse tipo de liberdade com o idioma, com a história, a geografia e a lógica.
Em seu discurso na segunda-feira 24, na VII Cúpula Brasil-Europa, em Bruxelas, a presidente Dilma Rousseff protagonizou um desses momentos constrangedores para ela e, como representante do Brasil, para todos os brasileiros. Dilma se disse satisfeita por estar presente na VI Cúpula.
O fato de a presidente errar a edição do evento do qual estava participando foi o menor dos deslizes do dia. Depois disso, nossa chefe de Estado deu muito trabalho ao tradutor simultâneo e ao responsável pelas transcrições dos discursos da presidente no blog do Planalto.
A viagem a Bruxelas tinha o objetivo de fazer avançar as negociações para a assinatura de um acordo de livre-comércio.
A viagem a Bruxelas tinha o objetivo de fazer avançar as negociações para a assinatura de um acordo de livre-comércio.
Para o Brasil, o assunto é do máximo interesse. As exportações brasileiras para o bloco poderiam aumentar em 12% com o tratado. Preso às amarras ideológicas do Mercosul bolivariano, contudo, o Brasil não conseguiu costurar até agora um único acordo comercial com um parceiro de peso. Quem manda no Mercosul são Venezuela e Argentina.
Afogados nos próprios e monumentais erros de gestão ruinosa, esses dois países tragam os demais para seu buraco negro isolacionista e
xenófobo. O Brasil não tem força para se impor e vai a reboque. Enquanto isso, as nações viáveis da região se uniram em torno da Aliança do Pacífico, a área de livre-comércio formada por Chile, Colômbia, México e Peru.
xenófobo. O Brasil não tem força para se impor e vai a reboque. Enquanto isso, as nações viáveis da região se uniram em torno da Aliança do Pacífico, a área de livre-comércio formada por Chile, Colômbia, México e Peru.
São eles os novos tigres da economia sul-americana. O Brasil, mais uma vez, perdeu a chance de liderar a região no rumo certo. “Isso põe em risco o futuro das exportações da indústria brasileira, que também enfrenta dificuldades tributárias, cambiais e logísticas”, diz o economista Roberto Giannetti da Fonseca, da Kaduna Consult.
Quem mais tem tentado empurrar as negociações para a frente com o Brasil são os europeus. Em dezembro, eles questionaram a justeza dos incentivos tributários dados às fábricas da Zona Franca de Manaus. Dilma correu a defender a existência da Zona Franca. Pena que ela usou argumentos falaciosos e cometeu erros ridículos como afirmar que Manaus é a capital da Amazônia e informar que as árvores são “plantadas” pela natureza.
Falar de improviso é sempre um risco para qualquer orador. Poucos líderes mundiais hoje conseguem sustentar um discurso longo convincente diante de plateias tarimbadas. Mas esses oradores contam sempre com o bom-senso, a autocrítica e os alertas dos assessores
sobre suas gafes. No Brasil de Lula e Dilma, tudo indica que esses fatores de correção de rota inexistem. Os assessores presidenciais brasileiros, ao que parece, morrem de medo de informar ao rei que ele está nu.
sobre suas gafes. No Brasil de Lula e Dilma, tudo indica que esses fatores de correção de rota inexistem. Os assessores presidenciais brasileiros, ao que parece, morrem de medo de informar ao rei que ele está nu.
Lula dizia impunemente os maiores absurdos históricos (Napoleão visitou a China), geográficos (o Oceano Atlântico separa o Brasil dos
Estados Unidos), físicos (a poluição do ar aqui decorre do fato de a Terra ser redonda e, ao girar, o Brasil passar na atmosfera dos países ricos poluidores).
Estados Unidos), físicos (a poluição do ar aqui decorre do fato de a Terra ser redonda e, ao girar, o Brasil passar na atmosfera dos países ricos poluidores).
Dizia essas e outras besteiras em tom professoral — o que tornava as cenas ainda mais ridículas. E não aparecia um único assessor com coragem e patriotismo bastante para arriscar o pescoço e dizer: “Calma lá, presidente, a estupidez tem limites!”.
Dilma ainda vai ter de enfiar muita “pasta para dentro do dentifrício” para tirar de Lula a primeira colocação na disputa pelo título de “governante que mais falou bobagem impunemente neste país”.
Os governantes brasileiros deveriam ter em mente que tudo o que eles fazem e dizem tem efeito didático sobre a população. Desprezando o idioma e a lógica, eles deseducam o povo.
terça-feira, 8 de outubro de 2013
quinta-feira, 20 de junho de 2013
JÔ Explica....
O ministro Gilberto Carvalho, após reunião de governo,
deu entrevista dizendo que não entende as razoes das manifestações de protesto
de ontem. O Jô Soares mais tarde se encarregou de explicar centavo por centavo as razoes do surto da
Galera. Será que agora perceberão !!!
JÔ Explica....
Pra quem não entendeu ainda: os vinte
centavos, um por um:
0,01 - a corrupção
0,02 - a impunidade
0,03 - a violência urbana
0,04 - a ameaça da volta da inflação
0,05 - a quantidade de impostos que
pagamos sem ter nada em troca
0,06 - o baixo salário dos professores
e médicos do estado
0,07 - o alto salário dos políticos
0,08 - a falta de uma oposição ao
governo
0,09 - a falta de vergonha na cara dos
governantes
0,10 - as nossas escolas e a falta de
educação
0,11 - os nossos hospitais e a falta de
um sistema de saúde digno
0,12 - as nossas estradas e a
ineficiência do transporte público
0,13 - a prática da troca de votos por cargos públicos
nos centros de poder que causa distorções
0,14 - a troca de votos da população menos esclarecida
por pequenas melhorias públicas (pagas com dinheiro público) que coloca sempre
os mesmos nomes no poder
0,15 - políticos condenados pela
justiça ainda na ativa
0,16 - os mensaleiros terem sido
julgados, condenados e ainda estarem livres
0,17 - partidos que parecem quadrilhas
0,18 - o preço dos estádios para a copa do mundo, o
superfaturamento e a má qualidade das obras públicas
0,19 - a mídia tendenciosa e vendida
0,20 - a percepção que não somos
representados pelos nossos governantes
Se precisarem tenho outros vinte centavos aqui, é só
pedir.
Fonte: Redes Sociais
terça-feira, 11 de junho de 2013
segunda-feira, 3 de junho de 2013
TER OU NÃO TER NAMORADO, EIS A QUESTÃO (Admirar um bom poema também é ter Bo@noia)
- Dedicado à minha amada, e a todos os namorados - (Bo@noia) -
- Poema de Artur da Távola
Namorado não
precisa ser o mais bonito, mas ser aquele a quem se quer proteger e quando se
chega do lado dele a gente treme, sua frio e quase desmaia pedindo proteção. A
proteção não precisa ser parruda, decidida ou bandoleira: basta um olhar de
compreensão ou mesmo de aflição.
Quem não tem
namorado é quem não tem amor, é quem não sabe o gosto de namorar. Há quem não
sabe o gosto de namorar... Se você tem três pretendentes, dois paqueras, um
envolvimento e dois amantes, mesmo assim pode não ter nenhum namorado. Não tem
namorado quem não sabe o gosto da chuva, cinema sessão das duas, medo do pai,
sanduíche de padaria ou drible no trabalho. Não tem namorado quem transa sem
carinho, quem se acaricia sem vontade de virar sorvete ou lagartixa, é quem ama
sem alegria. Não tem namorado quem faz pacto de amor apenas com a infelicidade.
Namorar é fazer pactos com a felicidade ainda que rápida, escondida, fugida ou
impossível de durar. Não tem namorado quem não sabe o valor de mãos dadas, de
carinho escondido na hora em que passa o filme, de flor catada no muro e
entregue de repente, de poesia de Fernando Pessoa, Vinícius de Moraes ou Chico
Buarque lida bem devagar, de gargalhada quando fala junto ou descobre a meia
rasgada, de ânsia enorme de viajar junto para a Escócia ou mesmo de metrô,
bonde, nuvem, cavalo alado, tapete mágico ou foguete interplanetário.
Não tem namorado
quem não gosta de dormir agarrado, de fazer cesta abraçado, fazer compra junto.
Não tem namorado quem não gosta de falar do próprio amor, nem de ficar horas e
horas olhando o mistério do outro dentro dos olhos dele, abobalhados de alegria
pela lucidez do amor. Não tem namorado quem não redescobre a criança própria e
a do amado e sai pelos parques, fliperamas, beira d’água, show do Milton
Nascimento, bosques enluarados, ruas de sonhos ou musical da metro. Não tem
namorado quem não tem música secreta com ele, quem não dedica livros, quem não
recorta artigos, quem gosta sem curtir, quem curte sem aprofundar. Não tem
namorado quem nunca sentiu o gosto de ser lembrado de repente no fim de semana,
na madrugada, ou meio-dia do dia de sol em plena praia cheia de rivais. Não tem
namorado quem ama sem se dedicar, quem namora sem brincar, quem vive cheio de
obrigações; quem faz sexo sem esperar o outro ir junto com ele. Não tem
namorado quem confunde solidão com ficar sozinho e em paz. Não tem namorado
quem não fala sozinho, não ri de si mesmo e quem tem medo de ser afetivo. Se
você não tem namorado porque não descobriu que o amor é alegre e você vive
pesando duzentos quilos de grilos e medos, ponha a saia mais leve, aquela de
chita e passeie de mãos dadas com o ar.
Enfeite-se com
margaridas e ternuras e escove a alma com leves fricções de esperança. De alma
escovada e coração estouvado, saia do quintal de si mesmo e descubra o próprio
jardim. Acorde com gosto de caqui e sorria lírios para quem passe debaixo de
sua janela. Ponha intenções de quermesse em seus olhos e beba licor de contos
de fada. Ande como se o chão estivesse repleto de sons de flauta e do céu
descesse uma névoa de borboletas, cada qual trazendo uma pérola falante a dizer
frases sutis e palavras de galanteria.
Se você não tem
namorado é porque ainda não enlouqueceu aquele pouquinho necessário a fazer a
vida, para de repente parecer que faz sentido. ENLOU-CRESÇA.
segunda-feira, 18 de março de 2013
sexta-feira, 15 de março de 2013
A PERERECA DA POLÍCIA BAIANA
Para relaxar, leiam os versos abaixo, inspirados na exigência de prova de virgindade para as mulheres ingressarem como Delegadas na Polícia Baiana. (comentário Bo@noia). Publicados no blog do Cláudio Humberto
A PERERECA DA POLÍCIA BAIANA
MIGUEZIM DE PRINCESA
I
Não bastassem a violência
Do ladrão e da milícia,
Matança indiscriminada,
Morte por icterícia,
A Bahia se dá ao luxo
De dispensar a Polícia.
II
O Governo da Bahia,
Meio tonto de carnaval,
Resolveu bem na Quaresma
Publicar um edital
Exigindo virgindade
Para ser policial.
III
Depois de estimular
Tanta dança da bundinha,
Da boquinha da garrafa,
Cururu, pererequinha,
O governo quer formar
Um exército de santinhas.
IV
Soltam no Porto da Barra
A pergunta que não cala:
Pra que vale a virgindade,
Na rua, no mato ou na sala?
Será que é pra ter mais força
Quando disparar bala?
V
Lá em Água Meninos,
Onde o povo faz a feira,
Trocaram todo o estoque
De charque, vela e peixeira
Por cargas de pedra-ume
Para trancar a “porteira”.
VI
Minha amiga Sarajane,
Que vivia assanhadinha,
Dançando em Massaranduba
A dança da papudinha,
Já mudou o seu refrão,
Mandou fechar a rodinha.
VII
No bairro da Mata Escura,
Jonas Paulo senador
Exortou as companheiras,
Militantes de pudor,
A se inscrever no concurso
E mostrar o seu valor.
VIII
Foi aí que Cipriano,
Um petista de doer,
Disse que era mais fácil
O Lula gostar de ler
Do que encontrar uma virgem
Nas fileiras do PT.
IX
Será que um gênio baiano,
Inspirado no além,
Incorporado em Kadafi,
Pensou um dia também
Criar uma guarda de honra
E transformá-la em harém?
X
Na Bahia já aconteceu
A Guerra do Fim do Mundo;
Padre dá santo na missa,
Quenga sente amor profundo,
E Polícia usa perereca
Para prender vagabundo!
Não bastassem a violência
Do ladrão e da milícia,
Matança indiscriminada,
Morte por icterícia,
A Bahia se dá ao luxo
De dispensar a Polícia.
II
O Governo da Bahia,
Meio tonto de carnaval,
Resolveu bem na Quaresma
Publicar um edital
Exigindo virgindade
Para ser policial.
III
Depois de estimular
Tanta dança da bundinha,
Da boquinha da garrafa,
Cururu, pererequinha,
O governo quer formar
Um exército de santinhas.
IV
Soltam no Porto da Barra
A pergunta que não cala:
Pra que vale a virgindade,
Na rua, no mato ou na sala?
Será que é pra ter mais força
Quando disparar bala?
V
Lá em Água Meninos,
Onde o povo faz a feira,
Trocaram todo o estoque
De charque, vela e peixeira
Por cargas de pedra-ume
Para trancar a “porteira”.
VI
Minha amiga Sarajane,
Que vivia assanhadinha,
Dançando em Massaranduba
A dança da papudinha,
Já mudou o seu refrão,
Mandou fechar a rodinha.
VII
No bairro da Mata Escura,
Jonas Paulo senador
Exortou as companheiras,
Militantes de pudor,
A se inscrever no concurso
E mostrar o seu valor.
VIII
Foi aí que Cipriano,
Um petista de doer,
Disse que era mais fácil
O Lula gostar de ler
Do que encontrar uma virgem
Nas fileiras do PT.
IX
Será que um gênio baiano,
Inspirado no além,
Incorporado em Kadafi,
Pensou um dia também
Criar uma guarda de honra
E transformá-la em harém?
X
Na Bahia já aconteceu
A Guerra do Fim do Mundo;
Padre dá santo na missa,
Quenga sente amor profundo,
E Polícia usa perereca
Para prender vagabundo!
terça-feira, 5 de março de 2013
Os royalties, a vaquinha e o precipício
Em época de briga por royalties, que tal pensar na fábula: A vaquinha e o precipício.
“Era uma vez, numa terra distante, um sábio chinês
e seu discípulo. Certo dia, em suas andanças, avistaram ao longe um casebre. Ao
se aproximar, notaram que, a despeito da extrema pobreza do lugar, a casinha
era habitada. Naquela área desolada, sem plantações nem árvores, viviam um
homem, uma mulher, seus três filhos pequenos e uma vaquinha magra e cansada.
Com fome e sede, o sábio e o discípulo pediram abrigo por algumas horas. Foram
bem recebidos. A certa altura, enquanto se alimentava, o sábio perguntou:
- Este é um lugar muito pobre, longe de tudo. Como
vocês sobrevivem?
- O senhor vê aquela vaca? Dela tiramos todo o
nosso sustento – disse o chefe da família. – Ela nos dá leite, que bebemos e
também transformamos em queijo e coalhada. Quando sobra, vamos à cidade e
trocamos o leite e o queijo por outros alimentos. É assim que vivemos.
O sábio agradeceu a hospitalidade e partiu. Nem bem
fez a primeira curva da estrada, disse ao discípulo:
- Volte lá, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício
ali em frente e atire-a lá pra baixo.
O discípulo não acreditou.
- Não posso fazer isso, mestre! Como pode ser tão
ingrato? A vaquinha é tudo o que eles têm. Se eu jogá-la no precipício, eles
não terão como sobreviver. Sem a vaca, eles morrem!
O sábio, como convém aos sábios chineses, apenas
respirou fundo e repetiu a ordem:
- Vá lá e empurre a vaca no precipício.
Indignado porém resignado, o discípulo voltou ao
casebre e, sorrateiramente, conduziu o animal até a beira do abismo e a
empurrou. A vaca, previsivelmente, estatelou-se lá embaixo.
Alguns anos se passaram e durante esse tempo o
remorso nunca abandonou o discípulo. Num certo dia de primavera, moído pela
culpa, abandonou o sábio e decidiu voltar àquele lugar. Queria ver o que tinha
acontecido com a família, ajudá-la, pedir desculpas, reparar seu erro de alguma
maneira. Ao fazer a curva da estrada, não acreditou no que seus olhos viram. No
lugar do casebre desmazelado havia um sítio maravilhoso, com muitas árvores,
piscina, carro importado na garagem, antena parabólica. Perto da churrasqueira,
estavam três adolescentes robustos, comemorando com os pais a conquista do
primeiro milhão de dólares. O coração do discípulo gelou. O que teria
acontecido com a família? Decerto, vencidos pela fome, foram obrigados a vender
o terreno e ir embora. Nesse momento, pensou o aprendiz, devem estar mendigando
em alguma cidade. Aproximou-se, então, do caseiro e perguntou se ele sabia o
paradeiro da família que havia morado lá há alguns anos.
- Claro que sei. Você está olhando para ela – disse
o caseiro, apontando as pessoas ao redor da churrasqueira.
Incrédulo, o discípulo afastou o portão, deu alguns
passos e, chegando perto da piscina, reconheceu o mesmo homem de antes, só que
mais forte e altivo, a mulher mais feliz, as crianças, que haviam se tornado
adolescentes saudáveis. Espantado, dirigiu-se ao homem e disse:
- Mas o que aconteceu? Eu estive aqui com meu
mestre uns anos atrás e este era um lugar miserável, não havia nada. O que o
senhor fez para melhorar tanto de vida em tão pouco tempo?
O homem olhou para o discípulo, sorriu e
respondeu:
- Nós tínhamos uma vaquinha, de onde tirávamos
nosso sustento. Era tudo o que possuíamos, mas um dia ela caiu no precipício e
morreu. Para sobreviver, tivemos que fazer outras coisas, desenvolver
habilidades que nem sabíamos que tínhamos. E foi assim, buscando novas
soluções, que hoje estamos muito melhor que antes.”
Texto: Autor desconhecido
- Leia mais em www.boanoia.blogspot.com -
sábado, 12 de janeiro de 2013
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
136 mil por mês: o preço da falta de pudor de Genoino
- Condenado por corrupção ativa e formação de quadrilha, petista assumirá
mandato na Câmara. Até que o STF o retire de lá, vai gerar mais prejuízo ao
país - Veja.com - Gabriel Castro, de Brasília
Mesmo condenado pelo Supremo, petista
assumirá vaga na Câmara. O ex-presidente do PT José Genoino, condenado no Supremo Tribunal
Federal por corrupção ativa e formação de quadrilha, vai
mesmo reassumir o mandato na
Câmara dos Deputados. Em 2010, ele não teve votos suficientes para conquistar
uma cadeira na Casa, mas ficou na suplência. A espera terminou: Carlinhos
Almeida (PT) renunciou ao mandato para assumir a prefeitura de São José dos
Campos (SP) e abriu caminho para Genoino, que perderá uma nova oportunidade de
demonstrar ao país um pouco de pudor. A posse deve ocorrer no início de
janeiro.
O Supremo Tribunal Federal (STF) já decidiu que os mensaleiros com
mandato na Câmara – três são parlamentares da Casa – perderão o mandato. Mas a
determinação só será cumprida após o trânsito em julgado do processo do mensalão,
o que depende da análise dos embargos apresentados pelos réus. O ex-presidente
do PT foi condenado a 6 anos e 11 meses de prisão, que terá de cumprir em
regime semiaberto. Juntamente com o ex-ministro José Dirceu e o ex-tesoureiro
do partido Delúbio Soares, Genoino formava o núcleo político do maior esquema
de corrupção da história brasileira.
Enquanto são julgados os recursos da ação, Genoino, vai poder apresentar
projetos de lei, participar de comissões, votar em plenário e discursar na
tribuna da Câmara. Terá, também, direito ao auxílio-moradia (3 000 reais), à
verba indenizatória para gastos de rotina (27 769 reais) e à contratação de 25
assessores (até 78 000 reais). Receberá, ainda, um generoso salário de 26 723
reais – exatamente o que recebem os ministros do STF que o condenaram. O total
do "custo-Genoino" pode chegar a 135 492 reais por mês.
Considerando que Pedro Henry (PP-MT), João Paulo Cunha (PT-SP) e
Valdemar Costa Neto (PR-SP) também foram condenados pelo STF e estão cumprindo
hora extra na Câmara, o total desperdiçado pode ultrapassar os 500 000 reais
por mês.
Em janeiro, o Congresso não vai se reunir um dia sequer. Genoino,
portanto, tomará posse para receber sem trabalhar. Como mostrou o julgamento do
mensalão, o petista certamente contribui mais ao país quando está ocioso.
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Beber “leite de bode” faz mal, Genoíno que o diga...
O deputado José Guimarães (PT-CE) disse nesta
terça-feira (13) que a condenação de seu irmão, o ex-presidente do PT José
Genoino, no julgamento do mensalão, deixou sua família “indignada”. "É uma
condenação no sentimento dele [José Genoino] injusta que ele vai lutar em toda
as esferas do Judiciário para provar a sua inocência e a verdade”, disse o
deputado. “É uma condenação que nos deixa, sobretudo a sua família, a minha mãe
de 88 anos, muito indignados", concluiu. Genoino foi condenado a 6 anos e
11 meses por participação no esquema de compra de votos no Congresso no período
do governo do ex-presidente Lula. O petista garante que seu irmão não desistirá.
“Somos da uma família do interior do
Ceará nascida na seca, criada com
leite de bode e, portanto, com muita fibra para enfrentar esses
desafios", afirmou. Sobre a reação de Genoino, José Guimarães disse
que foi “tranquila”. “Se tiver três pessoas honestas nesse país, ele é uma
delas. É um homem público de muito valor. Está seguro, firme e portanto vai à
luta", afirmou
O mal que faz,
beber leite 'de bode' - comentário de Fábio Luiz M. Reis - Palmas – TO, no blog do Claudio Humberto.
Julgo ser conveniente considerar trechos da rápida
manifestação do deputado José Guimarães (PT-CE), irmão do José Genoíno,
ex-presidente do PT, sobre a condenação deste na Ação Penal 470 (Mensalão).
Afirma que foi criado com ‘leite de bode’ (sic) e, ainda, que “se tiver (sic)
três pessoas honestas nesse país, ele é uma delas’. Deduzo que, seja lá como
for o modo de extrair leite ‘de bode’, provavelmente foi esse inusitado produto
que afetou e levou tal criatura a desacreditar completamente na existência de escrúpulos
do nosso povo, a ponto de orientar seus assessores a esconderem na cueca
vultosas quantias de dinheiro de origem desconhecida (importa lembrar que era
ele o chefe), além de ignorar regras gramaticais básicas do idioma oficial.
- Veja mais em www.boanoia.blogspot.com -
terça-feira, 9 de outubro de 2012
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Até médico ‘surtou’ com os desaforos de Dilma
Ministros, presidentes de estatais, governadores:
ninguém escapa da fúria da presidenta, nem mesmo quem cuida do bem mais
precioso – a saúde. Cansado das humilhações diante de assessores, um médico que
acompanha Dilma teve um esgotamento nervoso e pediu “baixa” do cargo na
Presidência.
Militar, ele também teria pedido baixa da Marinha, temendo
“perseguição”, e não quer seu nome divulgado.
quinta-feira, 29 de março de 2012
“Jeito estúpido de ser” da Presidenta é hilário, mas afasta aliados
O governador é
aliado da presidenta Dilma, mas acha que ela precisa mudar ou perderá apoio dos
aliados, da classe política e até do eleitor. Ele estava no Planalto, dia
desses, quando houve uma cena bizarra: Dilma machucou o pé após um violento pontapé
na porta de aço do elevador. Queria ir ao gabinete da ministra Gleisi
Hoffmann, mas o elevador não se encontrava à sua espera, como deveria. “Ela
estava com raiva. Pior: furiosa”, conta o governador, que teme ser
identificado.
Dilma se irritou
porque Gleisi não atendia ao telefone. Nem poderia: ela estava reunida com um
importante embaixador estrangeiro.
Impaciente, Dilma
saiu para um pequeno corredor, atrás do gabinete, mas seu elevador privativo
não estava no 3º andar. Ela explodiu de ira.
O gabinete de
Dilma fica no 3º e o de Gleisi no 4º andar do Planalto. O elevador privativo
liga os quatro andares à garagem, no subsolo.
- Será que é melhor sair "escoiceando" que subir um andar a pé? (Bo@noia)
segunda-feira, 12 de março de 2012
A fábula do burro
- Hoje, a leitura dessa metáfora, me fez muito bem, espero que também a faça a você.
Um dia, o burro de um camponês
caiu num poço. Não chegou a se ferir, mas não podia sair dali por conta
própria.
Por isso o animal chorou
fortemente durante horas, enquanto o camponês pensava no que fazer.
Finalmente, o camponês tomou
uma decisão cruel:
Concluiu que já que o burro
estava muito velho e que o poço estava mesmo seco, precisaria ser tapado de
alguma forma.
Portanto, não valia a pena se
esforçar para tirar o burro de dentro do poço.
Ao contrário, chamou seus
vizinhos para ajudá-lo a enterrar vivo o burro.
Cada um deles pegou uma pá e
começou a jogar terra dentro do poço.
O burro não tardou a se dar
conta do que estavam fazendo com ele e chorou desesperadamente.
Porém, para surpresa de todos,
o burro aquietou-se depois de umas quantas pás de terra que levou.
O camponês finalmente olhou
para o fundo do poço e se surpreendeu com o que viu.
A cada pá de terra que caía
sobre suas costas o burro a sacudia, dando um passo sobre esta mesma terra que
caía ao chão.
Assim, em pouco tempo, todos
viram como o burro conseguiu chegar até a boca do poço, passar por cima da
borda e sair dali trotando.
A vida vai lhe jogar muita
terra nas costas.
Principalmente se já estiver
dentro de um poço.
O segredo para sair do poço é
sacudir a terra que se leva nas costas e dar um passo sobre ela.
Cada um de nossos problemas é
um degrau que nos conduz para cima.
Podemos sair dos mais
profundos buracos se não nos dermos por vencidos.
Use a terra que lhe jogam para
seguir adiante!
Recorde-se das 5 regras para ser feliz:
1. Liberte o seu coração do
ódio.
2. Liberte a sua mente das
preocupações.
3. Simplifique a sua vida.
4. Dê mais e espere menos.
5. Ame-se mais e aceite a
terra que lhe jogam.
Ela pode ser a solução, e não
o problema.
- Autor desconhecido
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