"O que me preocupa não é nem o grito dos corruptos, dos violentos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética... O que me preocupa é o silêncio dos bons." - Martin Luther King

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segunda-feira, 20 de maio de 2019

Como você pastoreia e prepara seu filho de 13 anos para a masculinidade? - Brian Croft - 08 de Maio de 2019 - Família


Resultado de imagem para pais e filhosMuitos de vocês sabiam que eu recentemente estive em uma viagem com meu filho de 13 anos. Qual foi a ocasião? Minha esposa e eu prometemos a cada um dos nossos filhos que quando eles completassem 13 anos de idade, eles teriam uma viagem especial com um de nós. Meu filho comigo e cada uma das minhas filhas com minha esposa. O objetivo dessas viagens é primeiro nos divertirmos e aproveitarmos a companhia uns dos outros, e é por isso que cada um deles escolhe o destino (deve estar à distância máxima de um dia de carro), eles também determinam a maior parte da agenda.

Há, no entanto, outro propósito para essa viagem: celebrar o fato de nosso filho estar crescendo para se tornar um homem e também nossas filhas para se tornarem mulheres. Tornar-se um adolescente pode ser uma perspectiva assustadora (tanto para os filhos quanto para os pais) e isso muitas vezes esconde tanto dos pais quanto dos filhos as mudanças óbvias que estão ocorrendo. No entanto, queremos que seja algo que todos nós pudéssemos celebrar. Também queremos comunicar as responsabilidades que acompanham esse estágio diferente da vida, bem como alguns dos aspectos do desenvolvimento dele. Portanto, essas viagens também são projetadas para termos conversas muito intencionais sobre a vida como homens e mulheres. Muitas dessas conversas já vinham ocorrendo há um bom tempo, mas a viagem proporciona uma atmosfera para aprofundar um pouco mais e reafirmar o que já foi dito. Como vários de vocês perguntaram sobre como eu conduzi meu filho nessas conversas em nossa viagem, pensei em explicar aqui para que outras pessoas interessadas em alguns desses detalhes também possam conhecer. O tema da viagem girou em torno desse modelo de masculinidade bíblica: proteger, prover e liderar.

1. Proteger
Nós lemos 1Pedro 3.1-7 que instrui em como eu sou chamado por Deus para proteger minha esposa e filhos de qualquer dano físico. Em seguida, discutimos como meu filho poderia participar dessa atividade em nossa casa. Nós discutimos as formas práticas pelas quais ele também poderia proteger sua mãe e irmãs, de danos de insetos assassinos, trancando as portas à noite quando eu estou fora da cidade. Também lemos Provérbios 5 e discutimos a necessidade de nos protegermos da mulher adúltera que está atrás de todo homem para roubá-lo de sua esposa. Isso permitiu uma discussão frutífera sobre a impureza sexual e a destruição causada pela pornografia que nos cerca como homens e como protegermos nossos corações e mentes dessas coisas.

2. Prover
Como homens, somos chamados a prover as necessidades de nossas famílias. Fomos feitos para trabalhar (Gênesis 1-2) e cuidar de nossas famílias, fornecendo o apoio físico, emocional e espiritual de que cada membro da família precisa (1Timóteo 5.8). Por causa disso, discutimos maneiras pelas quais meu filho poderia realizar isso, mesmo que ele não tenha que trabalhar para sustentar uma família neste momento. Nós conversamos sobre como ele precisa trabalhar duro agora na escola, nas competições de natação, corte da grama, tarefas domésticas, e qualquer outra coisa em sua vida que ajude a desenvolver uma ética de trabalho que ele possa mais tarde assumir em seu emprego que ele usará para, um dia, sustentar uma esposa e família, se Deus quiser.

3. Liderar
Nós lemos e discutimos muitas implicações para o nosso chamado como maridos cristãos em amar nossas esposas como Cristo amou a igreja e deu-se a si mesmo por ela, conforme Efésios 5.22-33. Uma das principais formas pelas quais Cristo amou foi através do sacrifício humilde. Nós conversamos sobre como meu filho poderia sacrificialmente servir sua mãe e irmãs para desenvolver esse instinto de liderar pelo serviço humilde em casa. Além disso, discutimos as vezes em que pedi a ele que nos levasse a um passeio familiar, ou quando ele pudesse escolher onde íamos comer pensando em um lugar que fosse o melhor para toda a família. Essas são pequenas formas de meu filho liderar agora (e ensinar minhas filhas a seguir) e pensar em como suas decisões afetam os outros.

Pais, eu não acho que você tenha que fazer uma viagem como planejamos fazer com cada um dos nossos filhos. Se você tem condições de fazê-la, ótimo. Mas independentemente disso, eu recomendo que você seja muito intencional sobre não esperar para ter esse tipo de conversa que deveria estar ocorrendo muito antes dos 13 anos de idade. Não tenha medo delas. Não as evite por imaginar que serão conversas desconfortáveis. Eu garanto a você, será tarde demais se você esperar até o último momento possível. Nossa viagem foi uma alegria, muito frutífera, e estou triste que seja a única.

E aos pais com filhos mais velhos, o que que você fez que tem sido frutífero nessa preparação para os próprios filhos deles?

Tradução: Paulo Reiss Junior.
Revisão: Filipe Castelo Branco.
Fonte: How do you shepherd and prepare your 13 year-old son for manhood?
O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.


Brian Croft é o pastor efetivo da Auburndale Baptist Church em Louisville, Kentucky. Ele também é autor de "Visit the Sick: Ministering...

sábado, 8 de dezembro de 2018

Notícias do Brasil - 08/12/2018 – Por Cláudio Humberto (Diário do Poder)


Resultado de imagem para noticiasBANCO DO BRASIL TERÁ 30 LICITAÇÕES EM 21 DIAS
O Banco do Brasil tem atualmente 30 processos de licitação abertos e pendentes, na fase de “acolhimento de propostas”. Todas os certames devem ser finalizados até o fim deste ano. Mais de uma concorrência pública por dia, algumas milionárias. Na terça (4), denúncia do site Diário do Poder em poucas horas provocou a suspensão de suspeita licitação de R$118 milhões para “agências de marketing promocional”.
INSISTÊNCIA NO ESQUEMA
Fontes do BB garantem que o esquema suspeitíssimo para escolher agências “promo” não morreu. “Foi suspensa só até baixar a poeira”.
CULPA DE TEMER
O governo federal não apita mais em empresas públicas como o Banco do Brasil, desde a vigência da “lei das estatais”, criada por Temer.
QUE ACIONISTA
Além de perder autoridade e mesmo sendo acionista majoritário, o governo federal tem suas demandas ignoradas por estatais como o BB.
DIFERENTES TIPOS
As licitações do BB são variadas. De serviços de limpeza a telefonia. Mas todas marcadas para ocorrer em 2018. Para o BB “é normal”.
‘PIPOQUEIRO’, LÍDER DA OAB CALA SOBRE LEWANDOWSKI
O presidente nacional da OAB, Cláudio Lamachia, consolida a reputação de evitar “bolas divididas”, construída durante sua gestão, caracterizando o que em futebol torcedores chamam de “pipoqueiro”. Lamachia faz silêncio constrangedor sobre o caso que indignou o País, em que um advogado alega ter sido vítima de abuso de autoridade do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF).
UMA VERGONHA
O advogado Cristiano Caiado de Acioli foi ameaçado de prisão pelo ministro por ter dito, de forma civilizada, que o “STF é uma vergonha”.
BRASILEIROS CONTRA
O caso provocou revolta. Enquete da Rádio Bandeirantes de São Paulo apurou que 87% dos ouvintes concordam com o advogado.
EMPURRA, BARRIGA
Lamachia continua driblando cobranças de posicionamento. Nesta sexta (7), sua assessoria informou que o caso é da alçada da OAB-DF.
Os indicadores sociais no Maranhão continuam entre os piores das Américas, mas o governo Flávio Dino (PCdoB) acha relevante gastar R$23,4 milhões em divisórias, forros e persianas. Esses comunas…
E A MEA CULPA, NADA?
Encontro da Fundação Perseu Abramo, do PT, “discute a direita”. Poderia aproveitar a presença de Gleisi Hoffman, ré por corrupção, e de Dilma, pedaleira militante, para discutir a esquerda ladra.
MENOS, COLEGUINHAS
Grandes veículos de imprensa cobrem, com ares de “catástrofe”, o fato de 101 das 8.500 vagas deixadas pelos médicos cubanos ainda não foram preenchidas, no País onde existem mais de 500.000 médicos.
#RENANNÃO
Petição online, no site Chang.org, em repulsa ao eventual retorno de Renan Calheiros à presidência do Senado, recebe adesão rápida de milhares de brasileiros. O objetivo é atingir 1 milhão de assinaturas.
RORAIMA DESAMPARADA
Em Roraima, policiais em greve provocam um caos de tal maneira que a população já não sabe quem é polícia ou bandido. Agem como foras da lei, usando máscaras, queimando pneus. Que vergonha.


segunda-feira, 29 de outubro de 2018

A democracia da mídia amestrada – Por Ipojuca Pontes, Diário do Poder


O conceito de democracia defendido pela mídia engajada encontra amparo nas muletas e elucubrações acadêmicas do charlatão espanhol Manuel Castells, modernoso sociólogo marxista, guru de Fernando Henrique Cardoso e figurinha badalada das chamadas ciências sociais desde a publicação do livro “Sociedade em Rede”, em essência uma diluição das teses levantadas pelo teórico da comunicação canadense Marshall Mcluhan no seu esquecido “O meio é a mensagem”, chavão em moda nos anos 70 e que procurava “desconstruir” ou relativizar o conteúdo da informação a partir da supremacia das novas tecnologias dos meios de comunicação (as “redes”, em Castells).
(Abro parênteses para anotar que Gilberto Freyre, único sociólogo brasileiro com contribuição de porte universal, com a obra “Casa Grande e Senzala”. afirmou certa feita, em palestra proferida na Faculdade de Direito da Paraíba, que as ciências sociais, inexatas, tinham a ampla capacidade de atrair determinados “tipos psicológicos”, em especial os “intrujões”).
Voltando à vaca fria: para camuflar a existência do comunismo no mundo, o grafomaníaco espanhol (todo mês aparece com um novo livro velho, tal qual o contista Humberto de Campos e o próprio FHC) diz que não existe mais confronto entre esquerda e direita, mas, sim, agora, apenas o conflito entre “populismo” e “autoritarismo”.
Deixo aqui o trabalho de abordar mais uma vez as definições de populismo e autoritarismo e pergunto: Lula da Selva, mantendo o PT debaixo do chicote e corrompendo as instituições “democráticas” para impor seu projeto de perpetuação de poder (via “postes”, por exemplo) é “autoritário” ou não? Ou melhor: o “líder carismático”, que sente saudades dos tempos em que os “meninos do interior” transavam cabras e galinhas; que saracoteia ao som de Zeca Pagodinho entornando doses da cachaça “51” e ainda vende a imagem do eterno “pai dos pobres”… bem, ele é populista ou pilantra? E Raul Castro, a se esconder por trás de fantoches bem armados para manter o poder ditatorial? E Xi Jinping, ditador chinês que intensifica a produção de armas nucleares e reabilita os métodos do pedófilo Mao mandando para longínquos “campos de reabilitação ideológica” milhares e milhares de improváveis dissidentes do regime comunista – o que é que ele é?
Sobre essas coisas, o esperto partisan da gororoba marxista não dá um pio. Mas, em compensação, se apressa em afirmar que Lula é um rapaz honesto e que “está preso por motivo político” – e não pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, motivos de sua condenação em juízo.
No mesmo tom o “guru” desinforma que o impeachment de Rousseff se deu porque “a presidenta propôs enviar ao Congresso uma proposta de controle da corrupção” – e não, como ocorreu e foi votado por ampla maioria parlamentar, pela tipificação de crime de responsabilidade.
(Castells, como é fácil perceber, não passa de petista vulgar, tipo Gleise Hoffman ou Lindbergh Farias).
No caso da Democracia, para afrontar a realidade, jornais como Folha de São Paulo e O Globo, que vivem de verbas oficiais bilionárias, espalham que Jair Bolsonaro representa uma “ameaça” à sua existência e é, ao mesmo tempo, no plano político, um reles “populista autoritário”. (Royalties para Castells!)
De fato, Bolsonaro quer passar o trator por cima da democracia, mas a democracia deles, conforme exige a grande maioria da população brasileira, farta do “sistema democrático e suas instituições” que coonestam o esquema de privilégios, discriminações, mamatas, mendacidades e muita astúcia política, em que a figura do vasilinoso professor de marxismo FHC, por exemplo, passa por ser “de direita”, tendo em vista a completa eliminação da representatividade política do conservadorismo.
Hoje, nas redações dominadas em sua totalidade pelas esquerdas, em vez de um Eugênio Gudin, Roberto Campos, Augusto Frederico Schmidt, Nelson Rodrigues ou Tabosa Pessoa, temos Zuenir Ventura, Frei Beto (com um “t” só), Ancelmo Gois, Cacá Diegues e Clóvis Rossi, comunistas, marxistas, “neomarxistas” e esquerdistas notórios, travestidos de “democratas”. Já em 1965, em plena “ditadura militar”, quando trabalhava no Diário Carioca, a redação era ocupada na sua quase totalidade por comunistas, ou esquerdistas, entre eles Sebastião Nery, Milton Coelho da Graça, Carlos Alberto Oliveira (Cao), José Augusto, Antonieta Santos, Carlos Marques e tutti quanti. (No Globo, o último jornalista conservador que passou por lá foi Luiz Carlos Horta, católico, falecido há mais de 5 anos, trazido pelo dono do jornal, Roberto Marinho, hoje renegado, intramuros, por ter escrito editorial em louvor da Revolução de 64).
Em editoriais, notas, artigos, notícias e reportagens da mídia impressa engajada despontam ainda o apelo e a manipulação em torno do império da democracia (deles) e até da necessidade de mudanças. Mas tudo, é bom salientar, sob a égide da legenda do Príncipe de Lampedusa, a estabelecer que “tudo precisa mudar, para que tudo permaneça na mesma”. Como se sabe, para ver haver mudança de poder é preciso que este poder seja, de fato, substituído. Ora, com o atual “poste” de Lula, que essa gente quer enfiar na goela do eleitor, fica claro que não haverá mudança alguma.
E, de fato, mudança pra quê? Há décadas essa gente já detém o controle econômico e o poder ilimitado via estatização da cultura, da educação, da moral, dos costumes e mesmo das relações humanas. Daí a necessidade de aniquilar, a qualquer preço, inclusive a morte, o único vivente que apareceu para enfrentá-los no campo político: o honesto brasileiro Jair Messias Bolsonaro.





quinta-feira, 12 de abril de 2018

PT JOGOU CHUVA DE IMORALIDADE EM TODO O PAÍS – POR JORGE OLIVEIRA

Resultado de imagem para pt na lamaEu não sei se você sente a mesma coisa, mas acho que o Brasil mergulhou na sua pior decadência moral desde que o Partido dos Trabalhadores assumiu o poder. Tudo que está aí foi provocado pelos petistas: o Temer, a Lava Jato, o Lula, a Dilma, a Gleisi, o Zé Dirceu, o MST, o Stédeli, os empreiteiros, os doleiros, o mensalão, os contraventores, a violência, o Cabral, o Pezão, enfim, tudo que se refere a patifaria o PT está envolvido.
Parece que a turma do PT subiu em um foguete e lá de cima, ao avistar a terra, mirou o Brasil e jogou uma chuva de imoralidade que contaminou todo mundo. Do mais simples servidor ao mais alto escalão da república, todos foram molhados por essa chuva indecente. A anarquia é geral: os ministros dos tribunais superiores vivem se ofendendo a cada sessão; os amigos do Temer são presos; um ministro do STF solta o Maluf; e um bando de militantes ameaça a presidente do STF vandalizando a sua residência.
Conclui-se, portanto, que a esculhambação é geral e o despreparo dos nossos governantes é alarmante. Tudo é feito no improviso. Veja, por exemplo, a intervenção no Rio de janeiro. Foi só as tropas do Exército chegarem às comunidades que os milicianos e os traficantes decidiram matar mais policiais e intensificar os tiroteios que normalmente acabam com a morte de inocentes. Há quase um mês nem rastro dos criminosos da vereadora Marielli. O Exército adota nas favelas a estratégia de ocupação da ONU em países sitiados por guerra ou devorados por fenômenos naturais como vulcão, temporais, terremotos ou outro tipo de tragédia, operações inúteis para combater a criminalidade carioca.
Ora, já se sabia que a violência no Rio não iria acabar da noite para o dia com os brucutus do Exército nas comunidades. A cidade está acéfala de governante. O Pezão não existe, virou marionete. Recolheu-se e assiste a cidade afundar sentado em uma poltrona repetindo que ainda é “o governador e quem manda no estado é ele”, como um maluco no pátio de um hospício. O prefeito está mais preocupado com a caixinha dos cultos evangélicos do que com a administração da cidade. É uma calamidade imaginar que o Rio de janeiro está entregue às traças e seu povo em desalento, sem salários, sem segurança, sem saúde, sem escola e sem governo.
Todos foram contaminados pela chuva da imoralidade petista. O Pezão e o Cabral, o chefe da organização criminosa, eram aliados de Lula. A Dilma tratava o Pezão como um bichinho de estimação, como se aquele homenzarrão, de orelhas arroxeadas e de pés avantajados fosse de um planeta distante. Várias vezes elogiou a sua atuação como governador até aparecer o escândalo da Lava Jato que botou a metade do secretariado na cadeia. Essa turma do MDB fluminense foi forjada pelo PT e o seu escultor chama-se Lula da Silva que não cansava de enaltecer o Cabral como o mais “honesto” e o mais “sério” da história do estado.
O PT avacalhou o país desde que começou a esvaziar os cofres públicos. O pessoal do andar de baixo seguiu o exemplo dos de cima e começou a meter a mão também. Atualmente o que mais se ouve na cidade é a sirene da Polícia Federal acordando empresários e políticos bandidos.
A coisa está tão bagunçada que os ministros do STF já não tem convicção dos seus votos. A principal Corte do país está receosa de julgar o habeas corpus para soltar os criminosos do PT com medo de represália. Pressionados pelos militantes lulistas, seus ministros temem ser hostilizados nas ruas por exercerem o direito legitimo de julgar réus já condenados em segunda instância.
O pior é que isso é só o começo. Ainda vem chuva grossa por aí.
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quarta-feira, 11 de abril de 2018

O FARSANTE NA CADEIA – POR VICENTE LIMONGI NETTO


Resultado de imagem para lula presoLula perde tempo e energias, pensando (êpa, perdão, foi mal) que insultando a imprensa e o judiciário, vai aliviar a barra dele e do PT. Cão que ladra, não morde. Errou, tem que pagar. Ajoelhou, tem que beijar. A irretocável verdade precisa, de uma vez por todas, ser respeitada no Brasil: a lei é para todos. Ninguém está acima  dela. É patético e melancólico: mesmo em desgraça política, petistas, Lula e seguidores, não perdem a arrogância, a pretensão e o destempero. Mantém a pose de altivos, paladinos e intocáveis, embora sabendo que Lula perdeu a credibilidade entre a maioria esmagadora dos brasileiros. Cantar de galo em poleiro sujo é inútil. Podem estrebuchar a vontade. Lula não elege mais postes. Faz tempo que morreu, politicamente. Brasileiros que pensam e raciocinam com a própria cabeça, faz tempo que jogaram o PT e Lula no lixo.
Marginais petistas
A democracia e as vigílias  de Lula e seguidores causam  inveja para nações desenvolvidas e civilizadas. O chefão da gang, condenado a 12 anos, por corrupção,  em regime fechado, não respeita determinações da justiça e foge para se esconder em sindicato. Não tira a fantasia de vítima e injustiçado. Ao mesmo tempo, a irresponsável turba militante se esmera em covardia e baderna, pichando prédio onde mora a ministra Carmen Lúcia, interdita rodovias queimando pneus, impede o trabalho dos repórteres e agride cidadão que pensa diferente do PT. Petulantes, vândalos,  desajustados, infames e demagogos, tentam desmoralizar  as leis, a ordem pública e as instituições. Que país é esse? Francelino Pereira, presente.
Malaça e sabujo
Eduardo Suplicy quer ir preso junto com Lula. Não é  gesto de  bondade nem de  solidariedade. Apenas  demagogia e sabujice.
Duro saber qual é o mais imbecil
A tosca, azeda, medíocre   e recalcada   Mariliz Jorge se vangloria de ter o asno Juca Kfoury como mestre (Esportes -Folha de São Paulo- 7/4) Cada um guarda  o que merece no coração.  A dupla se esmera no ritual torpe: Kfoury ataca a CBF. Mariliz acorda um dos dois neurônios (o outro tem dengue), abre a caixa de sandices e também  insulta a CBF. A ordem dos fatores não altera a leviandade. Manjado demais. Senhor editor, mude o disco. Na mesma linha da estupidez, da boçalidade, da demagogia, da hipocrisia e da burrice, eis que outro idiota, Romário,  sai do esgoto para tentar impedir as eleições da CBF. O senadorzinho além de cretino é pretensioso. A CBF é entidade privada. Realiza, marca, promove e elege seus dirigentes como quiser. Com base dos estatutos da entidade. Com a participação das federações estaduais e clubes. Romário não tem nada com isso. Deveria é trabalhar pelo povo carioca. Para isso foi eleito. Porém, não faz nada. Inútil e obscuro. Os eleitores do Rio de Janeiro mereciam representante mais qualificado na Câmara Alta. Outros parlamentares que assinaram o papelucho, são, como Romário pobres pingentes dos holofotes fáceis.
Gigante Carmen Lúcia
Dentro do corpo franzino e frágil, frágil, fala mansa, olhos miúdos e tranquilidade de freira, a ministra Carmen Lúcia tem, porém, uma fortaleza de aço. Repeliu com serenidade  grosserias de dois deselegantes ministros, mantendo-se altiva até o final do julgamento, quando  proferiu o voto que lavou a alma dos brasileiros.
Bom livro
O historiador e filósofo Estevão C. de Rezende Martins lançou excelente e oportuno  livro, "Teoria e Filosofia da História". Selo da W.A editores.  Estevão lançou a obra em Goiânia e Porto Alegre e, breve, lançará em Brasília.
Mordomia para quem não merece
Em artigo no Diário do Poder, Pedro Rogério sugere que Lula cumpra pena em prisão militar. A meu ver, é muita mordomia para quem na verdade merece cumprir pena de 12 anos e 1 mês em cela comum. Sem  nenhuma regalia. Militantes plantam que Lula está lendo livro. De páginas em branco, sem dúvida. A corja petista tem o descaramento de comparar Lula com  Martin Luther King Júnior, Mandela e Gandhi. Um primor de desconhecimento da história de grandes e legítimos líderes mundiais.
Em boa companhia
Também em artigo no Diário do Poder, o general Heleno, grande parceiro do meio-campo em boas "peladas" do "Gerovital" concorda textualmente com minha definição, expressa  no Globo, face e blog: foi uma melancólica pantomima a farsa petista em São Bernardo do Campo. Só não achei palhaçada, como observou o bravo general, porque os palhaços  são do bem. Dignos brasileiros que  dão alegria ao povo. Artistas que  zelam pelo nome, pela profissão e amam o circo.
Limongi é jornalista. Trabalhou no O Globo, TV-Brasília, Última Hora de Brasília,  Ministério da Justiça, Universidade de Brasília, Confederação Nacional da Agricultura, Senado Federal e Suframa. Tem face e blog. É sócio da ABI há 49 anos. É servidor aposentado do Senado Federal.

sábado, 7 de abril de 2018

OS HORRÍVEIS – POR PERCIVAL PUGGINA



Foi por um triz. Se o voto da ministra Rosa Weber seguisse sua própria convicção, teria soado para corruptos e corruptores o “liberou geral” da roubalheira. E o Mecanismo teria recebido, da mais alta Corte do país, seu alvará de funcionamento. A esse ponto chegamos.
Resultado de imagem para stfTrata-se, porém, de uma triste vitória, cuja validade vence ali adiante quando a questão de fundo for a exame do plenário. Nesse momento, o assunto será a constitucionalidade da pena de prisão aplicada antes do trânsito em julgado da sentença condenatória. Para essa deliberação, salvo nova interferência divina, os votos já estão contados e as consequências, bem conhecidas.
Foi repugnante testemunhar o vigor retórico com que os horríveis ministros Gilmar Mendes, Marco Aurélio, Toffoli e Lewandowski, alegando defender os pobres, votavam favoravelmente aos corruptos milionários, cujos interesses estavam indiretamente representados pelos dispendiosos advogados do abonado réu Lula. Aquela eloquência demagógica e populista dos quatro julgadores não era ouvida, porém, nas celas infectas e superlotadas dos nossos presídios. Quem não perdia uma palavra da sessão era a nata prisional do país e aqueles que, fora das prisões, só conseguem dormir quando soam as seis badaladas do sino da igreja sem que lhes batam à porta.
Horríveis, esses ministros contaminados pelo lulismo. Sua prática é a mesma do réu cujo nome estava na capa do processo em pauta, depois de furar a longa fila das precedências. Também o réu Lula, com uma das mãos servia generosamente os ricos enquanto, com a outra, jogava míseros farelos aos pobres.
Assim, estamos. Fenômenos análogos já foram descritos como círculos de ferro, referindo-se, por exemplo, às oligarquias, ou à burocracia. Nós vivemos sob o círculo de ferro da impunidade que envolve o topo dos três poderes de Estado. Jogam afinados. No Executivo, opera a matriz dos negócios. No Legislativo enquanto umas leis definem os crimes, outras protegem os criminosos, embaraçam os ritos e frustram a aplicação das penas. Do topo do Judiciário saem os comandos que se empenham em recobrir as indecências da impunidade com as vestes talares da justiça e o manto da mais fingida misericórdia. Ainda tenho diante dos olhos a figura de alguns ministros, na lamentável sessão do dia 23 de março, lavando os pés dos advogados de Lula e regurgitando admiração quando um deles falou francês.
Não consegui arregimentar em mim alegria suficiente para qualquer comemoração. Breve, muito em breve, salvo milagre, o talão de cheque dos criminosos endinheirados varrerá de seu caminho a desagradável obrigação de cumprir as penas a que forem condenados. O círculo de ferro da impunidade se fechará e a execução das sentenças de prisão ficará postergada para o Juízo Final, após a ressureição dos mortos. Nessa ocasião, o horrível Celso de Mello falará por todos.

Percival Puggina, membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.

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