“ "O que me preocupa não é nem o grito dos corruptos, dos violentos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética... O que me preocupa é o silêncio dos bons." - Martin Luther King
sábado, 29 de julho de 2017
segunda-feira, 29 de maio de 2017
COMO A DOUTRINA AFETA O EVANGELISMO – Os Caminhos Divergentes de Asahel Nettleton e Charles Finney – Por Rick Nelson
Por outro lado,
Charles G. Finney (1792-1875) tem sido objeto de extensiva abordagem
biográfica. Considerado o pai do avivalismo moderno, Charles Finney representa
o marco divisor na mudança do calvinismo para o arminianismo como a teologia
predominante no evangelismo. Conservadores gostam muito de Charles Finney por
causa de seu zelo evangelístico, e liberais se referem com orgulho ao
envolvimento de Finney na reforma social. Mark A. Noll considera Charles Finney
“a figura crucial no evangelicalismo dos norte-americanos brancos, depois de
Jonathan Edwards”, tendo impacto mais duradouro do que Ralph Waldo Emerson,
Daniel Webster e Horace Mann, na vida da nação emergente.
O legado de
Charles Finney moldou, em muitos aspectos, a teologia e a metodologia do
evangelismo, em especial o evangelismo dos batistas do Sul. A publicação das
obras mais importantes de Finney, Lectures on Revivals of
Religion (Palestras em Avivamentos da Religião) e Lectures on
Systematic Theology (Palestras em Teologia Sistemática), causaram um
impacto no evangelismo que se estende até aos nossos dias. A ênfase dos
batistas do Sul nas cruzadas simultâneas, na preparação das cruzadas e no
sistema de apelo público e a utilização de reuniões de avivamento como
estratégia podem ser atribuídas à considerável influência de Charles Finney
sobre o evangelicalismo de seus dias.
Este artigo afirma
o ponto de vista de que a crença de uma denominação, uma igreja ou uma pessoa a
respeito da salvação está diretamente relacionada ao evangelismo que elas
praticam. A soteriologia molda a metodologia de evangelismo. O pressuposto é
que a sã doutrina da salvação deve produzir uma prática correta de evangelismo.
segunda-feira, 15 de maio de 2017
NOTÍCIAS DA REPÚBLICA - 15 DE MAIO DE 2017 – POR CLÁUDIO HUMBERTO – DIÁRIO DO PODER
São tão graves as acusações extraídas das delações
de Mônica Moura e João Santana, divulgadas também em vídeo, que nos meios
jurídicos já se aposta na prisão da ex-presidente Dilma, com o objetivo de
preservar provas e barrar suas tentativas de obstruir a Lava Jato. Além de
compartilhar com investigados as informações recebidas do ministro da Justiça
sobre a ação da Polícia Federal, Dilma ainda recomendou a Mônica e João
esconder em Cingapura o dinheiro depositado na Suíça.
ENQUADRAMENTO
Vazar informações obtidas em razão do cargo pode
render ação penal para Dilma e Cardozo, ex-ministro. Art.325 do código penal,
cana de 2 anos.
ELA É REINCIDENTE
Ao avisar o casal de marqueteiros sobre os passos
da Lava Jato, Dilma pode ser enquadrada em novo crime de obstrução à Justiça. O
terceiro.
LAPTOP É A CHAVE
Além da prisão de Dilma, a força-tarefa da Lava
Jato quer pôr as mãos no laptop da ex-presidente, onde podem ser encontradas as
provas.
PROVAR SERÁ FÁCIL
Ordem judicial fará o Gmail localizar em seus
servidores as mensagens que Mônica trocou com Dilma usando apenas a pasta de
rascunhos.
NEGÓCIOS DE MARES GUIA PODEM SER ALVO DE CPI
A operação de fusão do grupo de ensino Kroton com
as faculdades Estácio, avaliada em mais de R$ 28 bilhões, poderá ser objeto de
investigação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI). É o que propõe o
deputado Áureo Lídio (SD-RJ), que vê nebulosidade na operação comercial
conduzida pela empresa que foi criada por Walfrido dos Mares Guia, ex-ministro
da Articulação e amigão de Lula.
EM TEMPOS
Foi no jatinho da empresa de Walfrido dos Mares
Guia que Lula voou até Curitiba para ser interrogado por Sérgio Moro, quarta
(10).
CARDOZO EM CENA
Chama atenção na fusão Kroton/Estácio a contratação
do advogado e ex-ministro José Eduardo Cardozo para defender o negócio no Cade.
FICOU PARA JULHO
A análise da fusão entre os dois grupos foi
ampliada por 90 dias em abril deste ano. A decisão do Cade deve sair em julho.
LULA NO SAL
Ex-ministro de Lula e Dilma recolhido aos costumes,
Antonio Palocci acusou Mônica Moura e João Santana de buscarem “liberdade
impune” com suas delações. Horas depois, anunciava a decisão de virar delator.
TÁ FEIA A COISA
Criminalistas criticam defensores de Lula, por
atuarem mais como assessores de imprensa dele do que como advogados. Até agora,
enviaram à imprensa mais de 200 “notas à imprensa”. Uma por dia útil.
QUEM PAGA É O MUNÍCIPE
A partir de hoje e até quinta (8), Brasília recebe
a 20ª Marcha dos Prefeitos. Eles reclamam de pindaíba, mas só as inscrições
saem por até R$1.800. Sem contar despesas, inclusive com as farras habituais.
LONDON, LONDON
A frenética sexta-feira, 12, surpreendeu em Londres
o ex-presidente do BNDES Luciano Coutinho, procurado pela Operação Bullish, da
PF, e o ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, delatado pelo marqueteiro
João Santana e sua mulher Mônica Moura. Hummm...
TUCANA NA REFORMA
A deputada Shéridan Oliveira (RR) deve ser indicada
pelo PSDB para relatar a reforma política “alternativa”. Prevê cláusula de
desempenho, federação de partidos e extingue coligações em eleições
proporcionais.
REFORMA VAI RENDER VOTOS
Para convencer deputados mais preocupados com a
próxima eleição do que com as próximas gerações, o governo Michel Temer tem
alegado que a aprovação da reforma da previdência produzirá efeitos positivos
na economia antes mesmo da eleição de 2018.
IBANEIS 2018
Ex-presidente da OAB-DF e membro do conselho
federal da Ordem, Ibaneis Rocha tem sido citado como provável candidato ao
governo do Distrito Federal. Seria uma espécie de “João Dória de Brasília”.
PENSANDO BEM...
...a partir das delações de João Santana e Mônica
Moura, Dilma vai dormir todos os dias sonhando com o japonês da Federal.
Fonte: http://www.diariodopoder.com.br/coluna.hp
terça-feira, 2 de maio de 2017
A busca de sinais - Por MERVAL PEREIRA
Ganha força o argumento do
senador Renan Calheiros que diz que Lula vai dar “um passeio” em 2018, e
especialmente no nordeste a popularidade em torno de 50% é argumento forte para
políticos conservadores já buscarem alianças eleitorais que, por inconsistentes
ideologicamente, só perpetuarão a miséria política em que estamos metidos.
A esta altura, os políticos
que só pensam na próxima eleição e não na próxima geração, estão pesando as
possibilidades de Lula vir a ser candidato para analisar em que direção o vento
soprará. Não há novidade no fato de que, condenado em segunda instância, o ex-presidente,
assim como qualquer cidadão, estará inviabilizado eleitoralmente.
Resta agora saber se isso
acontecerá, e em tempo hábil para impedir sua candidatura. Mesmo condenado em
primeira instância Lula e outros políticos mantém o direito de se candidatar,
pois a Lei da Ficha Limpa diz que apenas com uma condenação em órgão colegiado
o candidato fica impedido de concorrer.
Mesmo que hipoteticamente o
Juiz Sérgio Moro de Curitiba, ou Vallisney de Souza, de Brasília, o
absolvessem, o Ministério Público poderia recorrer e se o TRF correspondente o
condenasse, Lula estaria impedido. Ao contrário, se os juízes de primeira
instância o condenassem e o TRF o absolvesse, Lula poderia concorrer.
Mas existe ainda a discussão
antecedente sobre se um réu pode ser candidato a Presidente da República, já
que não há dúvida de que, mesmo condenado em primeira instância, qualquer um
pode se candidatar a outros cargos eletivos. Essa dúvida sobre o réu existe
devido à recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de retirar o senador
Renan Calheiros da linha de substituição da presidência da República, por ser
réu, mas mantê-lo na presidência do Senado.
Por essa lógica, um réu não
poderia ser candidato a um cargo que não poderia assumir se vencesse a eleição.
Nos meios jurídicos dá-se o exemplo dos Estados Unidos, cuja Constituição diz
que o presidente tem que ser “americano nato”. Sendo assim, um político
naturalizado, como o ex-governador Arnold Schwarzenegger não poderia se
candidatar à presidência, mas pode ser senador e governador.
Na visão de muitos, Lula, caso
não estivesse condenado em segunda instância, poderia se candidatar a deputado,
senador ou governador em 2018, mas não a presidente da República. Mas o
Ministro Marco Aurélio Mello do Supremo Tribunal Federal (STF) sustenta que
Lula, mesmo sendo réu, pode ser candidato a Presidente pois a eleição para tal
cargo suspenderia a ação.
Outros acreditam que apenas os
réus no Supremo Tribunal Federal não podem ser candidatos. O art. 86 da
Constituição faz parte da Seção III, do Capítulo II, que trata Do Poder
Executivo e se refere a Presidente da República no exercício do cargo: “Art. 86
§ 4˚ O Presidente da República, na vigência de seu mandato, não pode ser
responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções.”
A leitura do ministro Marco
Aurélio é de que, eleito, o candidato, mesmo sem tomar posse, já está protegido
pelas ressalvas constitucionais, e ele tem certamente apoiadores. Outros
ministros e juristas, no entanto, pensam de maneira diferente, e se não houver
uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ou do Supremo, poderemos
enfrentar uma crise institucional grave. Lula eleito, seria um contrasenso
proibi-lo de tomar posse. Fica tudo muito parecido com a famosa frase de Carlos
Lacerda: “Getulio Vargas não pode ser candidato, se for candidato, não pode
vencer, se vencer, não pode tomar posse, se tomar posse, não pode governar”.
A classe política deve estar
em polvorosa, buscando sinais do que acontecerá até o próximo ano. Mas as
pesquisas que se fazem agora, 17 meses antes da eleição, não esclarecem o
futuro, dão apenas indicações precárias. Em 1994, Lula era o favorito e foi
atropelado por Fernando Henrique e seu Plano Real. Em 2010, o então governador
de São Paulo, José Serra, era o favorito e foi surpreendido pela novata
Dilma Rousseff.
Há fatores externos à
política, como a Lava Jato, que têm influência decisiva na equação final, tendo
já afetado a popularidade de Lula nos grandes centros e em várias regiões, e
inviabilizado candidaturas tucanas tradicionais.
Fonte: http:/blogs.oglobo.globo.com/merval-pereira/post/busca-de-sinais.html
ECOANDO HOJE, NA REPÚBLICA 02/05/2017
A eventual candidatura presidencial do prefeito João Dória Júnior, em
2018, agrada a dois dos três principais pretendentes à vaga do PSDB, José Serra
(SP) e Aécio Neves (MG), mas desagrada Geraldo Alckmin. O governador já não
esconde o desconforto com o protagonismo de Dória, em conversas reservadas. Até
porque assessores próximos, que envenenam a relações dos dois, não deixariam
Alckmin esquecer.
Alckmin e assessores não se conformam com pesquisas indicando Dória como
tucano de candidatura presidencial mais promissora.
As mesmas pesquisas encomendadas pelo PSDB mostram que a Lava Jato feriu
de morte os presidenciáveis tucanos, à exceção do prefeito.
A tendência do eleitor, pelas pesquisas, é não votar em investigados da
Lava Jato, e optar por novos nomes, ficha limpa, de fora da política.
Lula já supera Alckmin, Serra e Aécio na cidade de São Paulo e nos
principais municípios do ABC. Ali, hoje, somente Dória venceria Lula.
A nova Lei de Migração do Brasil, de autoria do senador e atual ministro
das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, tem recebido elogios de entidades
internacionais como o Alto Comissariado para Refugiados, o Comitê Internacional
da Cruz Vermelha e a Organização Internacional para Migrações. A nova lei
simplifica o processo migratório, reduz a burocracia e aprimora a segurança
interna.
Com a lei de Migração, não serão aceitos no Brasil suspeitos de
terrorismo, genocídio ou de crimes de guerra.
Além de vedar o acesso de terroristas no Brasil, a lei de Migração
regulamenta a repatriação, a deportação e a expulsão do País.
A lei atualiza a cooperação penal internacional. Além da extradição, há
a transferência de presos e a transferência da execução da pena.
Apesar do chororô de sindicalistas que vão perder a boquinha obrigatória
da contribuição sindical, a reforma trabalhista deve ser aprovada sem
sofrimento no Senado, pelas previsões do Planalto.
A lei de terceirizações, aprovada em 22 de março pela Câmara, previa
extensão para até 270 dias os contratos temporários ou de experiência, mas
Michel Temer vetou o dispositivo. Seu veto será analisado.
Para o senador Cristovam Buarque (PPS-DF) a lei de abuso de autoridade
“visa proteger nós políticos contra a Lava Jato e outras que possam surgir”.
Ele acha que a lei pode até inviabilizar novas delações.
O STF vai decidir esta semana se é necessária autorização prévia da
Assembleia Legislativa de Minas Gerais (e de muitos outros Estados) para
processar e afastar do cargo o governador. No caso mineiro, Fernando Pimentel
(PT) é investigado na Operação Acrônimo.
Estão previstas para esta terça (2), mas devem ser adiadas, reuniões a
eleição para a Comissão Mista de Orçamento, o fim da discussão sobre reforma da
Previdência, e a reforma política.
Se José Sarney não publicar ainda este ano as suas memórias (já
concluídas), é porque vai aceitar disputar uma vaga para o Senado aos 89 anos
de idade, em 2018. Para as memórias, haverá mais tempo.
A Proposta de Emenda à Constituição que torna imprescritível o crime de
estupro ainda não cumpriu cinco sessões de discussão em 1º turno, como pede a
Lei. Deve ser votada no Senado nesta quarta-feira (3).
O Supremo Tribunal Federal pode julgar, esta semana, uma ação penal
contra senador Dario Berger (PMDB-SC) por “uso indevido, em proveito
próprio/alheio, de bens, rendas ou serviços públicos”.
...nos protestos em São Paulo, em muitos momentos havia mais repórteres
documentando a ação do que ativistas propriamente ditos.
Fonte: http://www.diariodopoder.com.br/coluna.php?d=02/05/2017
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