“ "O que me preocupa não é nem o grito dos corruptos, dos violentos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética... O que me preocupa é o silêncio dos bons." - Martin Luther King
terça-feira, 11 de novembro de 2014
terça-feira, 4 de novembro de 2014
PARA QUEM AINDA CONSEGUE MANTER A CEGUEIRA - Venezuela firma acordo com MST pela “revolução socialista”
- As perguntas
que se faz são:
1. Até quando esse
(des)governo, usará nossos impostos para financiar a quadrilha MST???
2. Por que esses “cocaleros”
não foram presos junto com os outros "quadrilheiros" do MST por atentado ao
Estado, inclusive a babá que foi pega com arma no Aeroporto???
3. O que o
Ministro da Justiça (PT) tem a dizer???
– Bo@noia só queria
entender... detesto que me façam de “otário”...
No Brasil é assim:
você diz que Fulano é socialista e quer um regime autoritário. O sujeito não
acredita. Aí você mostra o próprio Fulano afirmando exatamente isso. O sujeito
continua sem acreditar. Aí você esfrega inúmeras evidências e provas em sua
cara, mostra o avanço passo a passo do assalto ao poder por esses grupos, e o
sujeito te acusa de ser “paranoico”, “reacionário”, “direitista” e “golpista”.
Não é incrível?
Leio no GLOBO que o governo venezuelano assinou convênio
com o MST. Que parceria linda! Eles se merecem. Só lembrando: governo da
Venezuela é aquele que usa milícia cubana para atirar no próprio povo, e MST é
o braço armado do PT no campo, aquele que ainda sonha com uma reforma agrária
nos moldes comunistas, que destruiriam o único setor ainda forte de nossa
economia, que é o agronegócio. Vejam:
O ministro para Comunas e Movimentos
sociais da Venezuela, Elias Jaua, cuja babá foi presa em São Paulo ao tentar
ingressar no país com uma arma guardada em uma maleta, assinou um convênio com
o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), conforme ele mesmo definiu,
“para fortalecer o que é fundamental em uma revolução socialista”. O convênio,
de acordo com o MST, prevê estritamente cursos de formação na área de produção
agrícola.
O acordo foi firmado no final do mês
passado na sede da Escola Nacional Florestan Fernandes, do movimento sem-terra,
em Guararema, a 80 quilômetros de São Paulo. A escola promove cursos de
formação política e técnica para movimentos sociais do Brasil e da América
Latina. Em discurso em Guararema, Jaua, que foi chanceler do ex-presidente Hugo
Chávez, afirmou:
| Foto: O GLOBO |
— Firmar esse convênio para incrementar
a capacidade de intercâmbio de experiências, de formação, para fortalecer o que
é fundamental em uma revolução socialista, que é a formação da consciência e da
organização do povo para defender o que já foi conquistado e seguir avançando
na construção de uma sociedade socialista.
A declaração foi divulgada pela TV
venezuelana Telesur, que recebeu o convênio firmado com o MST como uma
iniciativa para desenvolver a economia comunitária.
O líder do PSDB na Câmara, Antônio
Imbassahy (BA), protocolou na sexta-feira passada no Ministério da Justiça e na
procuradoria regional de São Paulo um pedido de abertura de investigações sobre
possível prática de crime contra a segurança nacional e contra a ordem política
e social cometido pelo ministro venezuelano. O tucano destaca que, além da
arma, a suposta babá estava com documentos de “doutrinação política e
ideológica”. Observou ainda que o ministro Elias Jaua Milano estava no Brasil
para fechar acordos com o MST.
Mas você mostra esse fato escancarado
para o sujeito, ou a sujeita, e não adianta: você ainda é o “paranóico”, aquele
“radical da Veja”, que enxerga comunistas por todo canto, que acha que eles
comem criancinha (caramba! e não é que comiam na China e na Coreia do Norte?).
É muito mais fácil fechar os olhos e
repetir que “tinha de ser na Veja” (ou no GLOBO, ou na Folha, ou no Estadão,
qualquer um menos aquela coisa chapa-branca), do que encarar de frente a
própria dissonância cognitiva.
Parabéns a todos os eleitores do PT.
Não votaram apenas numa quadrilha que montou um sistema de desvio e sucção de
recursos públicos, ou num bando incompetente que produziu um quadro de
estagflação que pune os mais pobres. Votaram também em sócios do chavismo
bolivariano, que em parceria com nossos “movimentos sociais”, desejam implantar
no Brasil uma “revolução socialista”. Não sou eu quem diz…
Rodrigo Constantino
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
VACCARI AVISA AOS MAIS CHEGADOS QUE VAI SER PRESO (ou, segundo Bo@noia, mais um "PeTralha na Gaiola")
Segundo
denúncias na Operação Lava Jato, Vaccari seria o principal interlocutor do PT e
dos governos Dilma e Lula no esquema corrupto.
Vaccari
é acusado de criar empresa-fantasma para ocultar operações que lhe renderam
grandes quantias, por meio de negócios simulados.
A
Polícia Federal estima que o esquema envolvendo o doleiro Alberto Youssef,
parceiro de Vaccari, “lavou” R$ 10 bilhões surrupiados.
João
Vaccari é velho conhecido do Ministério Público, que o acusa de maracutaias na
Bancoop, cooperativa de bancários de São Paulo.
Diálogo ou secessão? - LUIZ FELIPE PONDÉ
FOLHA
DE SP - 03/11
-O
PT ensinou bem o ódio político ao Brasil e agora poderá provar do próprio
veneno
Ou às depredações que a militância
petista fez à Editora Abril?
Ou às mentiras usadas contra
Marina Silva e Aécio Neves durante a propaganda política?
Ou às perseguições escondidas
a profissionais de diversas áreas que recusam aceitar a cartilha petista,
fazendo com que eles percam o emprego ou fiquem alijados de concursos e
editais?
Sei, muitos ainda negam a
ideia de que exista um processo de destruição da liberdade de pensamento no
Brasil. Mas, uma das razões que fazem este processo ser invisível é porque a
maior parte dos intelectuais, professores, jornalistas, artistas e agentes
culturais diversos concorda com a destruição da liberdade de pensamento no
Brasil, uma vez que são membros da mesma seita bolivariana.
O "marco regulatório da
mídia", item do quarto mandato bolivariano, é justamente o nome fantasia
para a destruição da liberdade de imprensa no país.
Diálogo? Sim, contanto que se
aceite a truculência petista e seus abusos de poder. Deve-se responder a este
diálogo com uma política de secessão. Não institucional (como nos EUA no século
19 entre o norte e o sul), não se trata de uma chamada à guerra, mas sim uma
chamada à continuidade da polarização política.
A presidente ganhou a eleição
dentro das regras e, portanto, deve ser reconduzida a presidência com soberania
plena.
Mas nem por isso ela deve se
iludir e pensar que representa o Brasil como um todo: não, ela representa
apenas metade do Brasil. A outra foi obrigada a aceitá-la.
Precisamos de uma militância
de secessão: que os bolivarianos durmam inseguros com o dia seguinte, porque
metade do país já sabe que eles não são de confiança.
Que fique claro que a batalha
foi ganha pelos bolivarianos, mas, a guerra acabou de começar, e começou bem.
O Brasil está dividido. Esta
frase pode ter vários sentidos. O partido bolivariano venceu de novo,
completando em 2018 16 anos no poder --o que já dá medo a qualquer pessoa
minimamente inteligente ou sem má-fé política.
A divisão do Brasil hoje é
fruto inclusive da própria militância bolivariana que insiste em falar em
"nós e eles".
O fato da eleição para
presidente ter sido decidida por alguns poucos votos a favor dos bolivarianos
não implica que o lado derrotado veja a vencedora como sua representante
legítima, ainda que legal.
O PT ensinou bem ao Brasil o
que significa ódio político e agora corre o risco de provar do próprio veneno.
Falo de uma secessão
simbólica, e que, creio, deve ser levada mais a sério pela intelligentsia
(normalmente a favor do projeto bolivariano, mesmo que, às vezes, com sotaque e
afetação francesa ou alemã).
Os intelectuais não estão nem
aí pra corrupção. Seu novo slogan é "rouba, mas faz o social".
Não, não estou dizendo que
aqueles que votaram contra o projeto bolivariano de domínio totalitário do país
devam recusar institucionalmente o resultado das eleições.
Estou dizendo que devem levar
a fundo uma política de recusa sistemática da lógica de dominação petista.
Os bolivarianos virão com sua
"democratização das mídias", outro nome fantasia pra destruir a
autonomia institucional, demitir gente "inadequada", tornar a mídia
confiável aos projetos do "povo deles" -- o único que aceitam. Na
verdade, fazer da mídia refém do movimento MTSM (os "trabalhadores sem
mídia").
Esta recusa deve ser levada a
cabo nas salas de aula das escolas de ensino médio (onde professores
descaradamente pregavam voto na candidata petista), nas universidades, nos
bares, nos empregos, nas redes sociais.
Dito de outra forma: a
polarização do debate deve continuar, e se aprofundar. Sem trégua. Do
contrário, o PT ficará no poder mil anos.
Pacto institucional,
governabilidade, vida normal dentro das instituições democráticas, sim.
Mas secessão política
cotidiana em todo lugar onde algum bolivariano quiser acuar quem recusar a
cartilha totalitária petista.
Fonte: Mídia impressa
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
GILBERTO CARVALHO SERIA O NOSSO FIDEL SEM BARBA À FRENTE DOS CONSELHOS
Aliás,
na Venezuela esse casuísmo atende pelo nome de Ministério de Comunidades e
Movimentos Sociais que tem a finalidade de “treinar, conscientizar e organizar
o povo para defender o que foi alcançado e avançar na construção de uma
sociedade socialista”. O próximo passo petista seria criar esse ministério no
Brasil e entregá-lo a Gilberto Carvalho, sonho, por enquanto, interrompido.
Na
verdade, Gilberto Carvalho já é o responsável hoje pelo monitoramento dos
setores sociais do governo. Na função de secretário-geral da presidência é da
sua atribuição atuar “no relacionamento e articulação com as entidades da
sociedade civil e na criação e implementação de instrumentos de consulta e
participação popular de interesse do Poder Executivo”, como bem lembra o
colunista Merval Pereira, na sua coluna do Globo. Não é difícil, portanto,
deduzir que o fiel escudeiro do Lula passaria a ter plenos poderes ao
administrar todos os setores sociais do país, constituindo-se em um
mega-ministro.
Ao
perceber que essa seria a fórmula do Lula começar a esvaziar o seu segundo
mandato, Dilma não hesitou. Fez cara de paisagem à votação do decreto na Câmara
dos Deputados, depois que a mídia imputou ao ex-presidente a derrota de
Henrique Alves ao governo do Rio Grande do Norte. Assim, cairia sobre as costas
do presidente da Câmara a responsabilidade pela rejeição do decreto. Dilma
demorou, mas está conspirando direitinho para evitar a mão de ferro de Lula
sobre o seu novo mandato. É assim, inclusive, que ela vai se comportar na
formação do novo ministério. Quer, a todo custo, impedir a hegemonia do PT na
escolha de seus auxiliares diretos. Pretende, com isso, impor uma marca no seu
segundo governo – que ainda não existe.
Como
a manobra lulista de criar os conselhos não deu certo, coube a Gilberto
Carvalho, o principal interessado, criticar o Congresso. Disse, por exemplo,
que era uma “vitória de Pirro” e que a rejeição “vai contra os ventos da
História”. De Renan Calheiros, presidente do Senado, recebeu logo um chega pra
lá: “Sinceramente, mais uma vez, o ministro Gilberto Carvalho não está sabendo
nem o que está falando”. A criação do conselho teria, entre outras finalidades,
a de monitorar o eleitor. Deixaria nas mãos de Gilberto Carvalho a
responsabilidade de administrar os programas sociais com o cadastro e o
assistencialismo de todos os brasileiros dependentes do governo, uma manobra
que visaria a prolongar indefinidamente a permanência do PT no poder.
Outro
petista que se insurgiu contra a rejeição ao decreto da Dilma, foi o senador
Humberto Costa, de Pernambuco. Depois de dizer que o povo do Rio Grande Norte
agiu certo ao derrotar Henrique Alves, Costa também chamou de “débeis mentais” grupos
de jornalistas que classificaram como “bolivarianismo” a proposta de se fazer
um plebiscito para aprovação das mudanças do sistema político-eleitoral. Grupo,
confesso, no qual este modesto articulista se inclui.
Em
tempo: É isso mesmo, é o que você pensou. Humberto Costa é aquele mesmo que
quando foi ministro da Saúde, em 2008, envolveu-se no escândalo da “Operação
Vampiro”, a quadrilha que desviou 27 milhões de reais na compra de remédios do
Ministério da Saúde.
Fonte: http://www.diariodopoder.com.br/artigos/gilberto-carvalho-seria-o-nosso-fidel-sem-barba-a-frente-dos-conselhos/
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