"O que me preocupa não é nem o grito dos corruptos, dos violentos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética... O que me preocupa é o silêncio dos bons." - Martin Luther King

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

BoKa LoKa - Boca colorida é a nova onda

Batons adesivo
O universo de maquiagens é, realmente, muito divertido. Sempre vemos, em editoriais de moda e nas passarelas de desfiles, algumas modelos exibindo batons com cores um tanto quanto peculiares. A tendência de brincar com as cores da roupa já passou para a maquiagem e a ideia agora é abandonar as cores simples, como nude, rosinhas e vermelhos, por cores bem mais chamativas, como azuis, roxos e (pasmem!) pretos. 
É meio estranho, quando olhamos a primeira vez, mas essas cores fizeram sucesso em várias coleções de make deste ano. Mas é claro que, para usá-las, tem que saber combinar bem com a roupa (e não ficar aquele carnaval) e ter muita atitude.
Batons coloridos
Para usá-lo, não tem muito segredo. Basta não pesar muito no olho e na roupa - já que todas as atenções estarão voltadas para sua boca. Se colocou um batom verde, esquece aquela sombra bafônica de brilhos que você comprou. A ideia é ficar estilosa e não pronta para uma festa à fantasia. E não tem segredo do que combinar. Tem que ver se a maquiagem ficou harmônica com sua personalidade e com seu rosto.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Ira-ny, a insaciável


Não tem jeito! A mulher é insaciável!
Imaginem o inferno que é a vida de Ira-ny, sem ocupação, procurando desesperadamente provar que existe. Vocês assistiram ao filme “Adeus, Lênin”? Ira-ny quer a nossa televisão tão “edificante” como a da Alemanha Oriental.
Em  uma semana, ela já tentou tirar do ar uma propaganda de lingerie, endossou a censura a um quadro humorístico e, agora, resolveu enroscar com “Fina Estampa”, a novela de Aguinaldo Silva. Ela quer que Celeste, a personagem de Dira Paes, denuncie Baltazar (Alexandre Nero), o marido espancador, à Rede de Atendimento à Mulher, por meio do telefone 180.
Alguém dê um sossega-leão para esta senhora. Ela lá sabe quais são as intenções do autor? Aguinaldo a chamou para ser co-roteirista? Ira-ny gostaria de pôr fim à literatura, à dramaturgia e ao entretenimento com medidas puramente cartoriais.
Com Ira-ny, não existiria “Madame Bovary” porque as mulheres seriam livres. Com Ira-ny, não existiria “O Vermelho e O Negro” porque não haveria celibato sacerdotal. Com Ira-ny, não existiria “Dom Casmurro” porque Capitu denunciaria Bentinho por maus-tratos.
Com Ira-ny, o mundo seria um deserto com carimbo.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Uma vergonha!!! A corrupção chega a caserna

Mauricio Dias e Rodrigo Martins – Carta Capital
Investigação: Roberto Gurgel, procurador-geral, decidirá se indicia ou não o general Enzo Peri.
Desde 15 de agosto, a Procuradoria-Geral da República analisa uma representação encaminhada pelo Ministério Público Militar. Trata-se de um pedido de investigação “em desfavor” do comandante do Exército, general Enzo Martins Peri, citado num espinhoso escândalo de corrupção, talvez o mais ruidoso da Força em seus 363 anos de história. Ao todo, 25 oficiais de variadas patentes, incluindo sete generais e oito coronéis, são suspeitos de integrar um esquema que fraudou licitações, superfaturou contratos, fez pagamentos em duplicidade e pode ter desviado dos cofres públicos ao menos 15 milhões de reais entre 2003 e 2009, segundo os cálculos do Tribunal de Contas da União (TCU).
O rombo, na verdade, pode ser maior. Apenas um dos envolvidos no escândalo, o major Washington Luiz de Paula, acusado de montar a rede de empresas fantasmas beneficiadas no esquema, acumulou uma fortuna pessoal que surpreendeu os investigadores.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Projeto de lei prevê punição para estudantes - Projeto de Lei n.º 267/11


A pergunta abaixo foi a vencedora em um congresso sobre vida sustentável:
-"Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor
   para nossos filhos...
- Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores
   para o nosso planeta?"


A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei n.º 267/11, da deputada Cida Borghetti (PP-PR), que estabelece punições para estudantes que desrespeitarem professores ou violarem regras éticas e de comportamento de instituições de ensino. Em caso de descumprimento, o estudante infrator ficará sujeito a suspensão e, na hipótese de reincidência grave, encaminhamento à autoridade judiciária competente. A proposta muda o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n.º 8.069/90), para incluir o respeito aos códigos de ética e de conduta como responsabilidade e dever da criança e do adolescente na condição de estudante. De acordo com a autora, a indisciplina em sala de aula tornou-se algo rotineiro nas escolas brasileiras e o número de casos de violência contra professores aumenta assustadoramente. Ela diz que, além dos episódios de violência física contra os educadores, há casos de agressões verbais, que, em muitos casos, acabam sem punição. O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Premiado com 100 mil dólares pelo polonês que chamava de ‘pelegão’, Lula promove Lech Walesa a ‘herói da democracia’

 Por Augusto Nunes - Veja.com
Protagonizadas por um Lula grávido de autoconfiança e apaixonado por si próprio, duas cenas gravadas em novembro de 2002, às vésperas do segundo turno da eleição presidencial, aparecem no documentário Entreatos, de João Moreira Salles. Na primeira, a bordo de um jatinho, o candidato embarca rumo aos tempos em que jogava futebol no intervalo do trabalho e surpreende os companheiros de viagem ao informar que só não se tornou profissional porque optou pelo curso no Senac. Em seguida, diz que se inspirava em Didi (aos 11min59 do vídeo) e solta a comparação assombrosa:
Eu batia falta igual a ele.
Inventor da “folha seca” desferido com o lado externo do pé direito, a bola viajava a poucos metros do campo e baixava abruptamente ao aproximar-se do gol , o bicampeão mundial Didi foi um dos maiores cobradores de faltas de todos os tempos. “Como o Didi?”, Palocci murmura, esboçando um sorriso abortado pela constatação de que o craque do time da fábrica não está brincando. Se o médico não tivesse sido sepultado pelo político, Palocci veria, em vez de uma lorota, um sintoma veemente de mitomania.