"O que me preocupa não é nem o grito dos corruptos, dos violentos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética... O que me preocupa é o silêncio dos bons." - Martin Luther King

quarta-feira, 20 de março de 2013

Ter Bo@noia... também é ter Bom humor

Inri 
Stédile
Qualquer semelhança não é mera coincidência... ambos tem "um parafuso a menos.."

Líder do MST chorou Chávez por nossa conta


Stédile
A chefe
O líder porralouca do MST, João Pedro Stédile também integrou a comitiva de “caroneiros” que choraram Hugo Chávez por nossa conta em Caracas, Venezuela. Com sete deputados de “esquerda”, Stédile embarcou num jatinho extra cedido pela Presidência da República “a pedido do Congresso”, sem constar da lista de convidados oficiais publicada no Diário Oficial. Mal chegou, deu entrevista na TV local.
A frequência e a quantidade de caronas nos aviões da Presidência parecem não incomodar os órgãos de “transparência” do governo.
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sábado, 16 de março de 2013

País tem ministros demais e estabilidade política de menos


- Para especialistas, inchaço no primeiro escalão ajuda a contemplar partidos aliados, mas deixa a gestão mais instável

-Para o Bo@noia isso faz parte do Projeto de Poder do Lulopetismo.

Às voltas com a demissão do sétimo ministro em menos de seis meses, a presidente Dilma Rousseff sofre os efeitos de comandar o maior ministério desde a redemocratização, em 1985. Ao mesmo tempo em que o inchaço no primeiro escalão ajuda a contemplar partidos aliados, deixa a gestão menos técnica e mais instável. Mesmo com tantas alterações forçadas por denúncias de corrupção, a fórmula de loteamento permanece a mesma, sem perspectiva de mudança.
O governo conta atualmente com 24 ministérios e 14 secretarias ou órgãos com o mesmo status. Além disso, tramita no Congresso Nacional a criação da 39.ª pasta, das Micro e Pequenas Empresas. Historicamente, a quantidade de ministros “puros” não sofreu grandes variações desde o governo José Sarney (1985-1990), mas houve um avanço significativo no tamanho do primeiro escalão.
Enxugamento
Presidente do PMDB já defendeu redução para 28 pastas
O primeiro a defender o enxugamento dos ministérios brasileiros foi o presidente do PMDB, Valdir Raupp. No mês passado, após as primeiras quatro trocas de ministros (dois deles peemedebistas), ele sugeriu que o ideal era uma redução das 38 para 28 pastas. Ele citou como exemplo uma possível fusão entre os ministérios do Trabalho e da Previdência.
O ministro da Previdência, Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), concordou com uma possível diminuição, mas enfatizou que os partidos aliados “não poderiam ficar à deriva”. Na semana passada, foi a vez do senador Roberto Requião (PMDB-PR), que publicou em seu site que a principal falha do governo é o excesso de ministérios. Na declaração, ele admitiu que deveria ter reduzido o número de secretarias quando foi governador do Paraná.
Até agora, os posicionamentos encontraram pouco eco no Palácio do Planalto. A reforma ministerial prevista para janeiro deve apenas substituir ministros que vão participar das eleições municipais, como o petista Fernando Haddad (Educação), que vai concorrer à prefeitura de São Paulo. A tendência é que o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, também seja trocado nessa leva. (AG)
Sarney teve os mesmos 24 ministérios de Dilma, Lula e Fernando Henrique Cardoso, mas bem menos secretarias (cinco, contra 14, 13 e 7, respectivamente). Apesar de serem vinculadas à estrutura da Presidência da República e terem orçamento reduzido, órgãos e secretarias como a Casa Civil estão entre os mais estratégicos para o governo.
Na comparação entre os últimos seis presidentes, o gabinete mais enxuto foi o de Itamar Franco (1992-1994), com 25 pastas, mas o que teve menos ministros formais foi o de Fernando Collor (1990-1992), com 17. Em comum, todos eles adotaram o presidencialismo de coalizão e cederam vagas na Esplanada a partidos aliados. A gestão com mais parceiros foi a de Lula, que chegou a nomear ministros de dez legendas diferentes ao longo de oito anos.
Dilma conta hoje com representantes de sete siglas no primeiro escalão. O PT comanda 18 pastas, o PMDB, cinco, e o PSB, duas. PP, PDT, PR e PCdoB ficaram com um ministério cada, enquanto há apenas nove membros do primeiro escalão sem filiação partidária.
Entre todas as sete trocas de ministros que promoveu, a presidente só mudou a proporcionalidade entre os partidos quando substituiu Nelson Jobim (PMDB) por Celso Amorim (PT) na Defesa. As demais mudanças foram feitas em consenso com os partidos que já comandavam o órgão. Foi o PCdoB, por exemplo, que indicou Aldo Rebelo para o lugar de Orlando Silva no Esporte.
“No fundo, a proliferação de cargos é só para acomodar mais gente de diferentes interesses políticos”, diz o cientista político Antônio Octávio Cintra, da Uni­versidade Federal de Minas Gerais. Para ele, o excesso de ministérios contribui para a sucessão recente de escândalos. “O custo moral de legitimação dessa coalizão de tantos partidos é alto demais.”
Outro problema é de qualidade de gestão. Para o professor de administração pública José Matias Pereira, da Universidade de Brasí­lia (UnB), a quantidade de pastas só aumenta a complexidade da máquina estatal brasileira. “Estamos falando de um número de ministérios irracional, que ao longo do tempo vai consumindo mais e mais recursos. Quinze ministros já seriam mais do que suficientes.”
Professor da Pontifícia Uni­ver­sidade Católica do Paraná (PUCPR), Denis Alcides Resende defende que o Brasil precisa de uma reforma administrativa. “As mudanças precisam levar em consideração o conceito de inteligência pública, dividir as tarefas por funções, temas e eixos de interesse do cidadão. Se isso for feito, dez ministérios resolvem o problema.”

Gabinete dos EUA é quase metade do brasileiro
Em comparação com os demais países da lista de dez maiores economias do mundo, o número de ministros no Brasil só é menor que no Canadá e Índia e igual ao da China. De acordo com informações da Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA, em inglês), o país desse ranking com o primeiro escalão mais enxuto é a Alemanha, cujo gabinete tem 19 membros (15 ministros). Os Estados Unidos vem em segundo lugar com 23 (15 ministros).
A CIA mantém dados atualizados sobre as principais lideranças mundiais. Os gabinetes, além dos ministros, incluem os demais nomes do primeiro escalão (como secretários e presidentes de bancos centrais), os presidentes, vice-presidentes e chanceleres. Apontado pelo Fundo Monetário Internacional como o sétimo maior produto interno bruto (FMI) do mundo em 2010, o Brasil tem um gabinete maior que o dos Estados Unidos, Japão Alemanha, França, Reino Unido e Itália.

China
Com 1,3 bilhão de habitantes, a China tem os mesmos 24 ministros formais que o Brasil, que tem 194 milhões de habitantes. No total do gabinete, são 41 chineses contra 40 brasileiros (a conta soma Dilma Rousseff e o vice, Michel Temer). Os dois países mais ricos da América do Sul também possuem ministérios mais enxutos que o brasileiro. A Argentina tem apenas 15 ministros (19 membros de gabinete) e o Chile 22 (24 membros de gabinete).
Segundo o professor Denis Alcides Resende, os países europeus estão mais adiantados no conceito de “nova gestão pública” (new public management), que trata o cidadão como um cliente do serviço público. “É um modelo mais direto, participativo e concentrado. Com isso, há menos interferências políticas”, diz.



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sexta-feira, 15 de março de 2013

A PERERECA DA POLÍCIA BAIANA


Para relaxar, leiam os versos abaixo, inspirados na exigência de prova de virgindade para as mulheres ingressarem como Delegadas na Polícia Baiana. (comentário Bo@noia).  Publicados no blog do Cláudio Humberto

                          

A PERERECA DA POLÍCIA BAIANA                                     
MIGUEZIM DE PRINCESA
I
Não bastassem a violência
Do ladrão e da milícia,
Matança indiscriminada,
Morte por icterícia,
A Bahia se dá ao luxo
De dispensar a Polícia.

II
O Governo da Bahia,
Meio tonto de carnaval,
Resolveu bem na Quaresma
Publicar um edital
Exigindo virgindade
Para ser policial.

III
Depois de estimular
Tanta dança da bundinha,
Da boquinha da garrafa,
Cururu, pererequinha,
O governo quer formar
Um exército de santinhas.

IV
Soltam no Porto da Barra
A pergunta que não cala:
Pra que vale a virgindade,
Na rua, no mato ou na sala?
Será que é pra ter mais força
Quando disparar bala?

V
Lá em Água Meninos,
Onde o povo faz a feira,
Trocaram todo o estoque
De charque, vela e peixeira
Por cargas de pedra-ume
Para trancar a “porteira”.

VI
Minha amiga Sarajane,
Que vivia assanhadinha,
Dançando em Massaranduba
A dança da papudinha,
Já mudou o seu refrão,
Mandou fechar a rodinha.

VII
No bairro da Mata Escura,
Jonas Paulo senador
Exortou as companheiras,
Militantes de pudor,
A se inscrever no concurso
E mostrar o seu valor.

VIII
Foi aí que Cipriano,
Um petista de doer,
Disse que era mais fácil
O Lula gostar de ler
Do que encontrar uma virgem
Nas fileiras do PT.

IX
Será que um gênio baiano,
Inspirado no além,
Incorporado em Kadafi,
Pensou um dia também
Criar uma guarda de honra
E transformá-la em harém?

X
Na Bahia já aconteceu
A Guerra do Fim do Mundo;
Padre dá santo na missa,
Quenga sente amor profundo,
E Polícia usa perereca
Para prender vagabundo!

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