"O que me preocupa não é nem o grito dos corruptos, dos violentos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética... O que me preocupa é o silêncio dos bons." - Martin Luther King

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

11 sites para exercitar seu cérebro (de graça)

  (Foto: flickr/ creative commons - tsevis)Aprender línguas, atualizar seus tópicos de conversa de bar, videoaulas... nunca foi tão fácil exercitar seu cérebro online.

 Convenhamos, a internet é muito mais do que Facebook e Youtube. Então decidimos reunir alguns sites que podem ajudar você a aproveitar muito mais a rede e, ao mesmo tempo, exercitar seu cérebro.


Confira nossa lista!
Digital Photography School — Apesar de estar em inglês, esse site pode ajudar na sua evolução como fotógrafo oficial da família ou até mesmo dar dicas para quem tem o interesse de seguir na profissão.  Além de disponibilizar matérias sobre o tema, você ainda pode conhecer grupos e comunidades com discussões que irão ajudá-lo na fotografia.
Duolingo – Um dos aplicativos de idiomas mais conhecidos, o Duolingo faz muito sucesso por aliar diversão com o aprendizado de línguas. O site (também disponível para smartphones) envolve e incentiva com uma maneira muito menos densa de educação.
Factsie — Também em inglês, o Factsie é um bom compilado de “fun facts” – ou fatos curiosos – como, por exemplo: você sabia que os cabos dos elevadores da Torre Eiffel foram cortados durante a ocupação alemã na Segunda Guerra Mundial  para que Hitler tivesse que subir pelas escadas? Eu também não!
Freerice — Não é bem um Duolingo, mas você pode exercitar seu vocabulário em inglês e ainda por cima doar alguns grãos de arroz para quem precisa. Quanto mais tempo você passa no site, mais grãos são doados. Acesse o Freerice para conhecer o projeto!
Gibbon — O Gibbon é um site que reúne inúmeros artigos e estudos publicados mundo afora. Com temas diversos, você também encontrará vídeos de aulas para ficar mais antenado no mundo.
Instructables — Esse possui inúmeros esquemas de "passo a passo", de pulseiras a torres de LED. O Instructables mostra que você provavelmente é capaz de muito mais do que imagina, talvez só esteja faltando aquela forcinha.
Quora – O Quora permite que você faça perguntas para especialistas em todos os temas que imaginar, desde engenheiros do Google até professores pré-escolares. Basta fazer sua pergunta para ser respondido por um expert no tema abordado.
Megacurioso – Um site brasileiro que reúne notícias e listas divertidas para que você fique por dentro do que está acontecendo
Me Salva – É um site para você, que costumava ler o resumo da matéria no caminho da escola antes da prova. O Me Salva é um serviço de educação com vídeos curtos e diretos sobre os temas mais diretos que possa imaginar, sem que entre em desespero no ônibus, perua escolar ou carona dos pais.
Apostilando – Esse site reuniu incontáveis apostilas escolares e técnicas para auxiliar você na hora do conhecimento. Acesse e procure um tema do seu interesse!
Khan Academy em português – O serviço é conhecido nos Estados Unidos por dar aulas de reforço, especialmente de matemática, física e química. E, agora, o site conta com versão em português.


Depressão em pacientes com câncer é subestimada

- Estudo diz que 75% dos doentes que estão deprimidos não recebem tratamento
- Número de casos de depressão clínica é bem maior entre pacientes com câncer .

Número de casos de depressão clínica é bem maior entre pacientes com câncer Foto: Agência O GloboQuase três quartos dos pacientes com câncer e que também têm depressão clínica não recebem qualquer tratamento para a depressão. Essa foi a principal conclusão de um estudo conduzido por pesquisadores das universidades de Oxford e Edimburgo, que também desenvolveram um tratamento contra os sintomas da doença que demonstrou ser mais eficaz do que o convencional.
A depressão clínica é muito maior entre os pacientes com câncer do que na população em geral. Enquanto em todo o mundo, cerca de 2% das pessoas sofrem com a doença mental, o número de casos sobre para 13% entre os com câncer de pulmão, e 6% em pessoas com câncer geniturinário.
O estudo, publicado na revista "The Lancet" nesta quinta-feira (28), envolveu 500 voluntários com as duas doenças. Constatou-se que 62% dos pacientes que se submeteram ao Tratamento contra Depressão em Pessoas com Câncer (DCPC, em inglês) responderam positivamente, com redução de pelo menos 50% na severidade da depressão, contra 17% que receberam tratamento convencional.
Em entrevista ao jornal inglês "The Guardian", o líder do estudo, Jane Walker, descreveu a diferença de 45 pontos percentuais como "um enorme efeito do tratamento", raramente visto em testes médicos.
- Além disso, a ansiedade, dor, fadiga, estavam todos muito melhores com este programa de tratamento. A qualidade de vida deles melhorou muito – disse Walker.
Os pesquisadores explicaram que seu foco era a qualidade de vida dos pacientes, em vez de duração da vida. Acredita-se que pessoas com câncer têm uma taxa de sobrevivência reduzida, já que elas tendem a ter uma menor adesão ao programa de tratamento.
O DCPC difere do tratamento usual por ser integrado com o tratamento do câncer do paciente, incluindo antidepressivos, acompanhamento psicológico e monitorização. O cuidado integrado não estava disponível anteriormente devido à separação dos serviços de saúde física e mental no Reino Unido.
Até então, o tratamento contra a depressão clínica envolve a prescrição de antidepressivos, com pouco acompanhamento, ou um encaminhamento para serviços de saúde mental para avaliação de tratamento psicológico. No geral, 73% dos mais de 21 mil pacientes que frequentavam clínicas de câncer na Escócia e tinham depressão clínica não estavam recebendo qualquer tratamento.